quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Bancos digitais são seguros? Entenda os riscos e como seu dinheiro é protegido

imagem Divulgação
Nos últimos anos, os bancos digitais conquistaram milhões de brasileiros ao oferecer serviços sem tarifas, aplicativos intuitivos e facilidade no dia a dia. Mas uma dúvida ainda preocupa muita gente: bancos digitais são realmente seguros? Existe risco de quebrar?

A resposta é: sim, eles são seguros, mas é importante entender como funciona a proteção do dinheiro e quais cuidados o cliente deve ter.

Bancos digitais podem quebrar?

Assim como qualquer instituição financeira, bancos digitais não estão livres de riscos. Eles podem enfrentar dificuldades financeiras ou até encerrar as atividades. No entanto, esse risco não é exclusivo dos bancos digitais — bancos tradicionais também estão sujeitos a problemas econômicos.

A grande diferença está na regulamentação. Bancos digitais que operam legalmente no Brasil são autorizados e fiscalizados pelo Banco Central, seguindo as mesmas regras dos grandes bancos.

O principal mecanismo de proteção é o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Ele funciona como um “seguro” para o consumidor em caso de falência da instituição.

O FGC garante:

Até R$ 250 mil por CPF

Por instituição financeira

Para produtos como:

Poupança

CDB

Conta remunerada

LCI e LCA

Isso significa que, mesmo que o banco digital quebre, o cliente pode recuperar o valor dentro desse limite.

Bancos digitais são diferentes dos tradicionais?

Na prática, não. A principal diferença é que os bancos digitais não possuem agências físicas, operando totalmente por aplicativos. Em termos de segurança, regras e fiscalização, as exigências são as mesmas impostas aos bancos tradicionais.

Instituições digitais como Nubank, Inter, C6 Bank e PagBank, por exemplo, possuem autorização do Banco Central e contam com proteção do FGC em produtos específicos.

Quais são os riscos reais?

Hoje, o maior perigo para quem usa bancos digitais não é a falência, mas sim os golpes financeiros. Entre os mais comuns estão:

Links falsos enviados por mensagens ou e-mail

Clonagem de aplicativos

Roubo de celular sem proteção adequada

Por isso, especialistas recomendam:

Ativar biometria e senha forte

Usar verificação em duas etapas

Evitar clicar em links suspeitos

Vale a pena usar banco digital?

Sim. Para pagamentos, PIX, transferências e controle financeiro, os bancos digitais oferecem praticidade e economia. A recomendação é não concentrar todo o dinheiro em uma única instituição, especialmente valores altos.

Bancos digitais são seguros, regulamentados e confiáveis, desde que o consumidor escolha instituições autorizadas pelo Banco Central e fique atento às proteções do FGC. Com informação e cuidados básicos de segurança, eles se tornam uma excelente opção para o dia a dia financeiro.


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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Como o celular matou vários eletrônicos do mercado

Fonte:Giphy

O telefone celular deixou de ser apenas um meio de comunicação há muito tempo. Com a evolução dos smartphones, um único dispositivo passou a concentrar funções que antes dependiam de diversos aparelhos eletrônicos. Esse avanço tecnológico transformou hábitos, simplificou o dia a dia e, ao mesmo tempo, decretou o fim de vários produtos que eram comuns nas casas e bolsas das pessoas.

Um dos primeiros mercados afetados foi o das câmeras digitais simples. Antes populares para registrar viagens e momentos em família, elas perderam espaço quando os celulares passaram a oferecer câmeras cada vez mais potentes, com múltiplas lentes, inteligência artificial e edição instantânea. Hoje, apenas câmeras profissionais ou voltadas a nichos específicos resistem.

Os tocadores de música portáteis, como MP3 e MP4 players, praticamente desapareceram. O celular reuniu música, streaming, rádio online e armazenamento em um único aparelho. Serviços como Spotify, YouTube Music e Deezer tornaram esses dispositivos obsoletos.

Antes indispensáveis para motoristas, os aparelhos de GPS dedicados foram substituídos por aplicativos gratuitos como Google Maps e Waze. Além de economizar espaço no painel do carro, o celular oferece informações em tempo real sobre trânsito, acidentes e rotas alternativas.

Embora ainda existam em ambientes escolares, a calculadora física perdeu relevância no cotidiano. O smartphone traz calculadoras simples, científicas e financeiras, além de aplicativos capazes de resolver equações complexas.

Jornalistas, estudantes e profissionais usavam gravadores portáteis para registrar entrevistas e reuniões. Hoje, aplicativos de gravação no celular oferecem qualidade superior, organização automática e até transcrição por inteligência artificial.

O tradicional despertador de mesa também foi impactado. O celular permite configurar múltiplos alarmes, escolher músicas, acompanhar o clima e integrar lembretes, tornando o dispositivo dedicado desnecessário para muitos usuários.

Embora consoles robustos ainda tenham seu público, os videogames portáteis mais simples perderam espaço para os jogos mobile. Com gráficos avançados e acesso fácil, o celular se tornou uma plataforma de entretenimento completa.

O smartphone não apenas substituiu vários eletrônicos, mas também mudou o comportamento do consumidor. A praticidade de carregar tudo em um único dispositivo reduziu custos, espaço e complexidade. Por outro lado, também concentrou dependência e aumentou a importância do celular no dia a dia moderno.

O que antes exigia uma mochila cheia de aparelhos hoje cabe no bolso. O celular não apenas “matou” vários eletrônicos do mercado — ele redefiniu a forma como as pessoas se comunicam, trabalham, se divertem e registram o mundo.


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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Fim do orelhão: o adeus definitivo a um ícone da comunicação no Brasil

Foto por Reprodução/Internet
Durante décadas, o orelhão foi um dos principais símbolos da comunicação no Brasil. Presente em ruas, praças, rodoviárias e hospitais, o telefone público garantiu acesso à comunicação para milhões de brasileiros, especialmente em um período em que ter telefone em casa era privilégio de poucos. Hoje, porém, ele faz parte do passado.

Os orelhões começaram a se popularizar no país a partir dos anos 1970, tornando-se essenciais para ligações locais, interurbanas e até emergenciais. Com o uso de fichas e, mais tarde, cartões telefônicos, o equipamento cumpriu um papel social importante, conectando pessoas em tempos em que a tecnologia era limitada.

No entanto, a chegada e a rápida expansão dos telefones celulares, somadas à internet móvel e aos aplicativos de mensagens instantâneas, mudaram completamente os hábitos da população. Fazer uma ligação deixou de ser uma necessidade exclusiva dos telefones públicos.

Com o passar dos anos, o número de chamadas realizadas em orelhões despencou. Muitos aparelhos passaram a ficar inutilizados, quebrados ou vandalizados, gerando custos elevados de manutenção para as concessionárias de telefonia.

Diante desse cenário, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou a retirada progressiva dos telefones públicos, encerrando a obrigatoriedade de manutenção desses equipamentos. Assim, o que antes era indispensável tornou-se oficialmente obsoleto.

Apesar do fim prático, o orelhão permanece vivo na memória afetiva dos brasileiros. Ele marcou encontros, despedidas, chamadas importantes e até romances. Em algumas cidades, os equipamentos ganharam novos usos, sendo transformados em peças de arte urbana, bibliotecas comunitárias ou itens de museu.

O desaparecimento dos orelhões simboliza mais do que o avanço tecnológico: representa a transformação da sociedade, que hoje vive conectada em tempo integral. A comunicação ficou mais rápida, acessível e móvel, mas também deixou para trás objetos que fizeram parte da história cotidiana do país.

O fim do orelhão encerra um capítulo importante da história das telecomunicações no Brasil. Embora não faça mais falta no dia a dia, ele segue como um símbolo de uma época em que a comunicação exigia planejamento, paciência e, claro, algumas fichas no bolso.


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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Incentivos atraem indústria brasileira para o Paraguai

Criador: Marketing Tensai licença Creative Commons 
O Paraguai tem se destacado como destino de empresas brasileiras em busca de menor carga tributária e custos operacionais reduzidos. O principal atrativo é o regime de Maquila, que isenta impostos na importação de máquinas e matérias-primas e cobra um imposto único de cerca de 1% sobre o valor agregado destinado à exportação.

Além dos incentivos fiscais, o país oferece energia elétrica barata, encargos trabalhistas menores e burocracia simplificada, fatores que aumentam a competitividade industrial. A proximidade com o Brasil facilita a logística e a integração das cadeias produtivas, especialmente nas regiões de fronteira.

Setores como têxtil, calçados, autopeças e alimentos lideram esse movimento, que já resultou em centenas de empresas brasileiras instaladas no Paraguai e crescimento expressivo das exportações do país vizinho.

Para especialistas, a migração industrial expõe o alto custo de produção no Brasil e reforça a necessidade de reformas estruturais para manter a competitividade da indústria nacional.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

App “Are You Dead?” viraliza na China ao monitorar pessoas que vivem sozinhas

Foto: divulgação
Um aplicativo simples, mas com uma proposta inusitada, se tornou um dos mais baixados da Apple App Store na China e chamou a atenção do mundo. Batizado de “Are You Dead?” (em tradução livre, “Você está morto?”), o app tem como principal objetivo monitorar a segurança de pessoas que moram sozinhas.

Apesar do nome provocativo, a ideia por trás da ferramenta é séria e reflete uma mudança social cada vez mais presente: o aumento do número de pessoas vivendo sozinhas, especialmente em grandes centros urbanos.

 O que é o app “Are You Dead?”

Conhecido originalmente na China como Sile Me (ou Demumu, em algumas versões), o aplicativo funciona como um sistema de check-in periódico. O usuário precisa confirmar dentro do app que está bem e ativo em um intervalo de tempo previamente definido, geralmente a cada 24 ou 48 horas.

Caso essa confirmação não seja feita, o aplicativo envia automaticamente um alerta para um contato de emergência, avisando que algo pode estar errado.

 Como funciona na prática

O usuário cadastra contatos de confiança (familiares ou amigos);

Define o intervalo de verificação;

Realiza um simples toque no app para confirmar que está bem;

Se não houver resposta no prazo, o sistema dispara um aviso automático.

O app não usa câmeras, não rastreia localização em tempo real e não coleta dados complexos — sua proposta é ser simples, direta e discreta.

 Por que o app viralizou na China?

A popularidade do “Are You Dead?” está diretamente ligada a uma realidade social crescente na China:

Milhões de jovens profissionais vivem sozinhos em grandes cidades;

O número de idosos morando sem familiares também aumentou;

Casos de pessoas que passam dias sem contato social têm gerado preocupação.

Nesse cenário, o aplicativo foi visto como uma solução acessível de segurança e tranquilidade, tanto para quem mora sozinho quanto para familiares que vivem longe.

Sucesso na Apple App Store

O app alcançou rapidamente o topo do ranking de aplicativos pagos da Apple App Store chinesa, impulsionado pelo boca a boca nas redes sociais e pela repercussão em veículos de imprensa internacionais.

Vale destacar que não se trata de um produto da Apple, nem de um sistema de vigilância. A Apple apenas hospeda o aplicativo em sua loja oficial.

Privacidade e limites

Apesar do sucesso, o app também gerou debates sobre:

Dependência tecnológica para segurança pessoal;

Ansiedade causada por alertas automáticos;

Privacidade e responsabilidade dos contatos de emergência.

Ainda assim, desenvolvedores afirmam que o foco é prevenção e cuidado, não monitoramento invasivo.

Tecnologia refletindo a vida moderna

O sucesso do “Are You Dead?” mostra como a tecnologia tem sido usada para responder a novos desafios sociais, como solidão, envelhecimento da população e segurança pessoal.

Mais do que um aplicativo curioso, ele se tornou um símbolo de uma geração que vive conectada, mas muitas vezes sozinha.


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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Software e Programação Agentic AI em Sistemas Operacionais como Linux, Windows e macOS

Fonte: Imagem Criada pelo ChatGBT

 A Inteligência Artificial está evoluindo rapidamente e dando origem a um novo paradigma tecnológico: a Agentic AI (IA Agêntica). Diferente das soluções tradicionais de IA, que apenas respondem a comandos, a Agentic AI é capaz de agir de forma autônoma, planejar tarefas, tomar decisões e interagir diretamente com sistemas e softwares. Quando aplicada aos sistemas operacionais, essa tecnologia promete revolucionar a forma como usamos computadores e dispositivos inteligentes.

O que é Agentic AI?

Agentic AI é um tipo de Inteligência Artificial baseada em agentes inteligentes. Esses agentes possuem autonomia para executar tarefas, aprender com o ambiente e tomar decisões baseadas em objetivos previamente definidos. Em vez de esperar ordens diretas do usuário, a IA age de forma proativa, sempre respeitando limites e regras estabelecidas.

Entre as principais características da Agentic AI estão:

Autonomia operacional

Capacidade de planejamento e execução

Aprendizado contínuo

Interação com outros agentes e sistemas

Tomada de decisão contextual

A integração da Agentic AI aos Sistemas Operacionais

Nos sistemas operacionais modernos, a Agentic AI pode funcionar como uma camada inteligente responsável por gerenciar recursos, segurança e automação. Essa integração permite que o próprio sistema tome decisões para melhorar desempenho, segurança e experiência do usuário.

Algumas aplicações práticas incluem:

Gerenciamento inteligente de processos e aplicativos

Otimização automática de uso de CPU, memória e energia

Monitoramento de ameaças cibernéticas em tempo real

Assistentes que configuram o sistema, instalam programas e resolvem falhas

Sistemas como Linux, Windows e macOS já utilizam mecanismos automatizados, mas a Agentic AI amplia essas funções com maior autonomia e inteligência.

Programação Agentic AI: como funciona?

A programação de Agentic AI envolve diversas áreas da computação, como Machine Learning, arquiteturas multiagentes e automação inteligente. O desenvolvimento desses sistemas exige integração profunda com o sistema operacional e seus recursos.

As linguagens mais utilizadas nesse contexto são:

Python, pela facilidade no desenvolvimento de IA

C++ e Rust, para desempenho e segurança em baixo nível

Java e Go, para sistemas escaláveis e distribuídos

Shell Script, para automação e controle do sistema

Frameworks como Auto-GPT, LangChain e CrewAI têm se destacado por facilitar a criação de agentes autônomos capazes de executar tarefas complexas.

Benefícios para usuários e empresas

A adoção da Agentic AI em sistemas operacionais traz diversos benefícios:

Aumento da produtividade

Redução de falhas humanas

Melhor aproveitamento do hardware

Sistemas mais adaptáveis e inteligentes

Automação avançada de tarefas repetitivas

Para empresas, isso significa redução de custos, maior eficiência operacional e tomada de decisões mais rápidas.

Desafios e cuidados necessários

Apesar das vantagens, a Agentic AI também apresenta desafios importantes. A autonomia dos agentes exige controles rigorosos, políticas de segurança e supervisão humana. Questões como privacidade de dados, riscos de decisões incorretas e ataques cibernéticos devem ser tratadas com prioridade.

O desenvolvimento responsável da Agentic AI deve sempre incluir:

Limites claros de atuação

Auditoria e monitoramento dos agentes

Transparência nas decisões da IA

O futuro dos sistemas operacionais inteligentes

No futuro, os sistemas operacionais deixarão de ser apenas plataformas de execução para se tornarem ambientes inteligentes e autônomos. Com a Agentic AI, o computador será capaz de compreender objetivos do usuário e agir para alcançá-los de forma eficiente e segura.

Essa tecnologia marca um novo capítulo na história da computação, onde software, programação e inteligência artificial trabalham juntos para criar sistemas mais inteligentes, proativos e humanos.


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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

BC PROTEGE+: Banco Central lança ferramenta para proteger CPF e CNPJ contra fraudes

Fonte: Criado por ChatGBT
Com o aumento dos golpes financeiros no Brasil, o Banco Central (BC) lançou o BC PROTEGE+, um serviço gratuito que tem como objetivo evitar fraudes envolvendo a abertura indevida de contas bancárias em nome de pessoas físicas e jurídicas. A ferramenta já está disponível e representa um avanço importante na proteção da identidade financeira dos brasileiros.

O que é o BC PROTEGE+?

O BC PROTEGE+ é um serviço que permite ao cidadão informar ao sistema financeiro que não deseja abrir novas contas bancárias nem ser incluído como titular ou representante em contas de terceiros. Com isso, instituições financeiras ficam impedidas de abrir contas usando aquele CPF ou CNPJ, enquanto a proteção estiver ativa.

A iniciativa é coordenada pelo Banco Central do Brasil e integra o portal Meu BC, reforçando a segurança do sistema financeiro nacional.

Para que serve o BC PROTEGE+?

O principal objetivo do BC PROTEGE+ é prevenir golpes e fraudes de identidade, como:

Abertura de contas bancárias sem o consentimento do titular

Uso indevido de CPF ou CNPJ por criminosos

Inclusão fraudulenta como sócio ou representante legal

Contas criadas para lavagem de dinheiro ou golpes digitais

Com a proteção ativada, qualquer tentativa de abertura de conta será automaticamente barrada.

Como o serviço funciona na prática?

Antes de abrir uma nova conta ou incluir alguém como titular ou representante, os bancos são obrigados a consultar o sistema BC PROTEGE+.

Se o CPF ou CNPJ estiver com a proteção ativa, a operação não poderá ser concluída.

O titular pode ativar ou desativar o serviço a qualquer momento, de forma simples e digital.

Quem pode usar o BC PROTEGE+?

O serviço está disponível para:

Pessoas físicas (CPF)

Pessoas jurídicas (CNPJ)

É necessário ter uma conta gov.br nos níveis prata ou ouro, com verificação em duas etapas ativada.

O BC PROTEGE+ interfere nas contas existentes?

O BC PROTEGE+ não afeta contas já abertas, nem movimentações financeiras, empréstimos ou cartões existentes. Ele atua exclusivamente na abertura de novas contas ou na inclusão de novos titulares e representantes.

O serviço é pago? Não, O BC PROTEGE+ é totalmente gratuito e pode ser utilizado por qualquer cidadão que atenda aos requisitos de acesso.

Por que o BC PROTEGE+ é importante?

Em um cenário de crescimento dos crimes digitais, o BC PROTEGE+ se torna uma ferramenta essencial para:

Aumentar a segurança financeira da população

Reduzir prejuízos causados por fraudes bancárias

Fortalecer o combate ao uso indevido de dados pessoais

Dar mais controle ao cidadão sobre seu CPF ou CNPJ

A medida também ajuda bancos e instituições financeiras a identificar tentativas suspeitas antes que o golpe aconteça.

O BC PROTEGE+ é uma solução simples, eficaz e acessível que coloca o cidadão no controle da própria segurança financeira. Em tempos de golpes cada vez mais sofisticados, ativar essa proteção pode evitar dores de cabeça e prejuízos futuros.


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Casa Forte do Cuó: história, mistério e tradição oral em Caicó (RN)

Sítio Arqueológico Casa Forte do Cuó
passa por requalificação e proteção. Foto: ASCOM/Caicó.

A Casa Forte do Cuó é um dos locais mais emblemáticos da memória histórica e cultural de Caicó, no Seridó potiguar. Envolta por narrativas populares, o espaço reúne elementos do período colonial, da formação do sertão nordestino e do rico imaginário popular que atravessa gerações.

Origem das casas fortes no sertão

Durante os séculos XVII e XVIII, o interior do Nordeste passou por um processo de ocupação marcado por conflitos territoriais, disputas por terras e a necessidade de proteção das fazendas. Foi nesse contexto que surgiram as chamadas casas fortes: construções resistentes, com paredes grossas, erguidas para servir como abrigo e defesa.

A Casa Forte do Cuó teria sido uma dessas edificações, ligada aos primeiros núcleos de povoamento da região que mais tarde daria origem à cidade de Caicó.

O significado do nome “Cuó”

A origem do nome Cuó não é totalmente esclarecida pelos registros históricos. Algumas versões indicam que o termo pode estar relacionado:

Ao apelido de um antigo morador ou proprietário da área

A uma palavra de origem popular ou indígena

A uma adaptação linguística comum na tradição oral sertaneja

A falta de documentos oficiais contribuiu para que o nome ganhasse, ao longo do tempo, um caráter misterioso.

Lendas e histórias que atravessam gerações

Assim como outros locais históricos do sertão, a Casa Forte do Cuó é cercada por lendas e relatos populares. Moradores antigos contam histórias sobre:

Sons inexplicáveis durante a noite

Aparições e sombras

Sensação de medo ao se aproximar do local após o anoitecer

Essas narrativas, transmitidas oralmente, fazem parte do folclore caicoense e refletem a forte religiosidade e imaginação do povo sertanejo.

Importância cultural e histórica

Mesmo não sendo um ponto turístico estruturado, a Casa Forte do Cuó possui grande relevância para a cidade:

Representa o período inicial de ocupação do Seridó

Preserva a memória das antigas construções defensivas

Valoriza a tradição oral como forma de identidade cultural

Para pesquisadores, estudantes e amantes da história regional, o local é uma referência importante para compreender o passado de Caicó.

Entre a história e o imaginário popular

A Casa Forte do Cuó simboliza a união entre fato histórico e lenda, algo muito presente na cultura nordestina. Mais do que uma antiga construção, ela representa o modo como o povo de Caicó mantém viva sua história por meio da palavra, da memória e das narrativas populares.

Preservar e contar essas histórias é essencial para fortalecer a identidade cultural do Seridó e garantir que lugares como a Casa Forte do Cuó continuem vivos na memória coletiva da cidade.

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sábado, 10 de janeiro de 2026

Guerra dos Processadores, gigantes do silício renovam linhas com foco total em Inteligência Artificial

Fonte: rawpixel.com, site freepik.com

A indústria global de semicondutores vive um dos momentos mais intensos de sua história. O avanço acelerado da Inteligência Artificial (IA) transformou os processadores no principal campo de batalha entre as maiores empresas de tecnologia do mundo. O que antes era uma disputa por desempenho em PCs e servidores, agora se tornou uma corrida estratégica para dominar o processamento de IA, tanto em data centers quanto em dispositivos pessoais.

A nova era dos chips inteligentes

A explosão de aplicações baseadas em IA — como modelos generativos, análise de grandes volumes de dados, automação industrial e assistentes inteligentes — criou uma demanda sem precedentes por chips especializados. Esses novos processadores são projetados para executar cálculos massivos em paralelo, com alta eficiência energética e baixa latência.

Nesse cenário, conceitos como GPUs, NPUs e aceleradores de IA deixaram de ser nicho e passaram a ocupar o centro das estratégias das gigantes do silício.

NVIDIA: liderança consolidada, mas sob pressão

A NVIDIA segue como referência no mercado de processamento para IA, especialmente em data centers. Suas GPUs são amplamente utilizadas no treinamento e na execução de grandes modelos de linguagem e visão computacional. A empresa aposta em plataformas cada vez mais integradas, combinando hardware poderoso com um ecossistema robusto de software.

No entanto, a liderança da NVIDIA vem sendo desafiada por concorrentes que buscam alternativas mais acessíveis, eficientes ou abertas.

Intel: retomada estratégica com foco em IA

Após anos enfrentando dificuldades, a Intel voltou ao centro da disputa ao reformular completamente suas linhas de produtos. A empresa investe em aceleradores dedicados para IA, CPUs com recursos avançados de aprendizado de máquina e até na produção de chips personalizados para outras empresas.

Além disso, a Intel aposta forte em sua divisão de fabricação, tentando se posicionar como uma alternativa global na produção de semicondutores de última geração.

AMD: desempenho e eficiência como diferencial

A AMD vem ganhando espaço ao combinar alto desempenho com eficiência energética. Seus processadores e aceleradores gráficos têm sido adotados em servidores, estações de trabalho e soluções de IA híbridas. A estratégia da empresa é oferecer flexibilidade e boa relação custo-benefício, competindo diretamente com rivais maiores em segmentos estratégicos.

IA além dos data centers: PCs e dispositivos inteligentes

A “guerra dos processadores” não se limita aos grandes centros de dados. Laptops, desktops e até smartphones já começam a incorporar unidades dedicadas de IA, permitindo que tarefas como reconhecimento de voz, edição de imagens e automação ocorram localmente, sem depender totalmente da nuvem.

Esse movimento promete dispositivos mais rápidos, seguros e eficientes, além de reduzir custos operacionais para empresas e usuários finais.

Cadeia de produção e soberania tecnológica

Outro ponto crucial dessa disputa é o controle da cadeia de fabricação de chips. A capacidade de produzir semicondutores avançados em larga escala se tornou uma questão estratégica, envolvendo investimentos bilionários, políticas industriais e até disputas geopolíticas,quem domina a produção, domina também o ritmo da inovação.

A atual guerra dos processadores vai muito além de números de desempenho. Trata-se de uma transformação profunda na forma como a computação é concebida, com a IA no centro de tudo. As decisões tomadas agora por essas gigantes do silício irão definir os padrões tecnológicos da próxima década.


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Linux: o sistema operacional livre que move o mundo digital

Foto: Canva

O Linux é um dos sistemas operacionais mais importantes da atualidade, mesmo que muitas pessoas não percebam sua presença no dia a dia. Criado em 1991 por Linus Torvalds, o Linux se destaca por ser open source (código aberto), permitindo que qualquer pessoa estude, modifique e distribua o sistema livremente.

O que é o Linux?

Linux é um sistema operacional semelhante ao Windows e ao macOS, responsável por gerenciar o hardware e permitir a execução de programas. A grande diferença é que ele é gratuito, seguro e altamente personalizável. O núcleo do sistema, chamado de kernel, é utilizado em milhões de dispositivos ao redor do mundo.

Onde o Linux é usado?

Mesmo que você não utilize Linux diretamente no computador, é muito provável que já use a tecnologia diariamente. Ele está presente em:

Servidores de grandes empresas como Google, Amazon e Facebook

Smartphones Android

Smart TVs e roteadores

Supercomputadores

Sistemas embarcados e dispositivos IoT

Estima-se que mais de 90% dos servidores da internet utilizem Linux.

Principais distribuições Linux

O Linux possui diversas versões, chamadas de distribuições, cada uma voltada para um tipo de usuário. Entre as mais populares estão:

Ubuntu – ideal para iniciantes

Linux Mint – simples e amigável

Debian – estável e robusto

Fedora – foco em inovação

Arch Linux – para usuários avançados

Vantagens do Linux

✅ Gratuito e legal

🔐 Mais seguro contra vírus e malwares

🚀 Leve e rápido, mesmo em computadores antigos

🔧 Altamente personalizável

🌍 Forte apoio da comunidade global

Linux no Brasil

No Brasil, o Linux é amplamente utilizado em órgãos públicos, escolas, universidades e empresas de tecnologia, principalmente por reduzir custos com licenças e aumentar a segurança digital.

O futuro do Linux

Com o crescimento da computação em nuvem, inteligência artificial e cibersegurança, o Linux se consolida como peça-chave da tecnologia moderna. Seu modelo colaborativo garante inovação constante e independência tecnológica.

O Linux é mais do que um sistema operacional: é um símbolo de liberdade, colaboração e evolução tecnológica. Seja para uso doméstico, profissional ou educacional, ele continua ganhando espaço e se mostrando essencial para o futuro digital.


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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Cofundador do Google se torna a 3ª pessoa mais rica do mundo após anúncio do Gemini 3

Larry Page, cofundador do Google. — Foto: Divulgação
O cofundador do Google, Larry Page, alcançou um novo marco histórico no ranking global de bilionários. Após o anúncio do Gemini 3, novo e avançado modelo de inteligência artificial da Alphabet, Page passou a ocupar a terceira posição entre as pessoas mais ricas do mundo.

A mudança no ranking foi impulsionada pela forte valorização das ações da Alphabet, empresa controladora do Google, refletindo a confiança dos investidores no potencial da nova tecnologia de IA apresentada pela companhia.

O impacto do Gemini 3 no mercado

O Gemini 3 é a mais recente evolução dos modelos de inteligência artificial do Google. A nova versão promete maior capacidade de raciocínio, integração multimodal (texto, imagem, áudio e código) e melhor desempenho em tarefas complexas, competindo diretamente com outros modelos avançados do mercado.

Desde o anúncio, analistas financeiros apontam o Gemini 3 como um divisor de águas para a estratégia da Alphabet, reforçando o posicionamento do Google como um dos líderes globais em inovação e inteligência artificial. Esse otimismo se refletiu rapidamente no mercado financeiro, elevando o valor das ações da empresa.

Larry Page no Top 3 dos mais ricos do mundo

Com a alta expressiva das ações da Alphabet, o patrimônio de Larry Page, que possui uma participação significativa na empresa, cresceu bilhões de dólares em poucos dias. 

Atualmente, Larry Page fica atrás apenas de nomes como Elon Musk e Larry Ellison, consolidando o poder econômico dos grandes líderes do setor de tecnologia.

Sergey Brin também se beneficia

Outro cofundador do Google, Sergey Brin, também viu sua fortuna aumentar com a valorização da Alphabet. Embora não tenha assumido a terceira posição, Brin subiu no ranking global, reforçando como os avanços em inteligência artificial estão impactando diretamente a riqueza dos principais executivos do setor.

Inteligência artificial e o futuro da Alphabet

O sucesso do Gemini 3 demonstra que a inteligência artificial continua sendo um dos principais motores de crescimento da economia digital. Para o Google, a tecnologia não apenas fortalece seus produtos — como buscas, publicidade e soluções corporativas —, mas também aumenta significativamente o valor da empresa no mercado global.

Com isso, o avanço da IA não está apenas moldando o futuro da tecnologia, mas também redefinindo o ranking das maiores fortunas do planeta.

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Fim das atualizações do Windows 10: o que muda para os usuários

Fonte: imagem da gamereactor.

A Microsoft confirmou oficialmente o fim do suporte e das atualizações do Windows 10, marcando uma mudança importante para milhões de usuários em todo o mundo. no dia 14 de outubro de 2025, o sistema operacional deixou de receber atualizações gratuitas de segurança, correções de erros e suporte técnico oficial.

O que significa o fim do suporte?

Com o encerramento do suporte, o Windows 10 continuará funcionando normalmente nos computadores, porém sem atualizações de segurança. Isso torna o sistema mais vulnerável a vírus, ataques cibernéticos e falhas, especialmente com o passar do tempo.

Além disso, novos programas, aplicativos e drivers poderão deixar de ser compatíveis com o Windows 10, afetando o desempenho e a experiência do usuário.

Principais impactos para usuários e empresas

❌ Fim das correções de segurança

❌ Ausência de suporte técnico da Microsoft

⚠️ Maior risco de ataques digitais

⚠️ Possível incompatibilidade com softwares futuros

Para empresas, o impacto é ainda maior, já que sistemas desatualizados podem comprometer dados, operações e a conformidade com normas de segurança.

Quais são as alternativas?

🔹 Atualizar para o Windows 11

Usuários com computadores compatíveis podem realizar a atualização gratuita para o Windows 11, que oferece melhorias em segurança, desempenho e interface.

🔹 Programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU)

A Microsoft disponibilizará um programa pago que permite continuar recebendo atualizações de segurança por tempo limitado após o fim do suporte oficial.

🔹 Trocar de computador

Para quem possui máquinas antigas que não atendem aos requisitos do Windows 11, a alternativa é investir em um novo PC já com o sistema atualizado.

Vale a pena continuar usando o Windows 10?

Embora seja possível continuar utilizando o Windows 10 após 2025, não é recomendado a longo prazo, principalmente para quem usa o computador para trabalho, estudos ou operações financeiras. A falta de atualizações pode colocar dados e informações pessoais em risco.

O fim das atualizações do Windows 10 marca o encerramento de um dos sistemas operacionais mais populares da história da Microsoft. Para garantir segurança, estabilidade e compatibilidade, a recomendação é planejar a migração para o Windows 11 ou outra solução o quanto antes.


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Museu do Seridó: guardião da história e da identidade cultural de Caicó

Foto: Divulgação

 Localizado no coração de Caicó, no Rio Grande do Norte, o Museu do Seridó é um dos mais importantes espaços de preservação da memória histórica e cultural da região seridoense. Muito mais do que um prédio antigo, o museu representa a identidade, as tradições e os modos de vida que ajudaram a construir a história do povo do Seridó.

Um prédio histórico cheio de significado

O Museu do Seridó funciona em um edifício colonial do início do século XIX, concluído em 1812, que já abrigou o antigo Senado da Câmara e Cadeia Pública da Vila do Príncipe. Essa construção é considerada uma das mais antigas de Caicó e, por si só, já é um importante patrimônio histórico e arquitetônico da cidade.

Origem e administração

A criação do museu remonta à década de 1960, idealizada pelo Padre Antenor Salvino de Araújo, inicialmente com o nome de Museu Pena de Ouro. Com o passar dos anos, o espaço ganhou maior estrutura e passou a ser administrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio do Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES), fortalecendo seu papel educativo e acadêmico.

Um acervo que conta a história do Seridó

O acervo do Museu do Seridó é diversificado e organizado em exposições temáticas que retratam diferentes períodos e aspectos da região. Entre os destaques estão:

Objetos e vestígios do período pré-cabralino, que revelam a presença indígena antes da colonização;

Peças relacionadas à vida social, ao trabalho e à produção econômica do Seridó;

Elementos da religiosidade popular, como imagens sacras e objetos litúrgicos;

Utensílios domésticos, ferramentas e artefatos ligados à cultura do sertão e à indústria alimentícia de subsistência.

Cada item exposto ajuda a compreender como o povo seridoense se adaptou ao clima, construiu tradições e manteve sua identidade ao longo do tempo.

Cultura, educação e valorização regional

Além das exposições permanentes, o Museu do Seridó também desenvolve projetos culturais e educativos, promovendo exposições temporárias, atividades acadêmicas e iniciativas que valorizam a música, a arte e a história local. Essas ações reforçam o museu como um espaço vivo, que dialoga com a comunidade e com as novas gerações.

Um patrimônio de todos

Visitar o Museu do Seridó é fazer uma verdadeira viagem pela história de Caicó e da região seridoense. O espaço cumpre um papel fundamental na preservação da memória, no fortalecimento da identidade cultural e na valorização do patrimônio histórico do Rio Grande do Norte.

Para moradores e visitantes, o museu é uma parada obrigatória para quem deseja entender melhor o passado e o presente do Seridó — uma região rica em cultura, tradição e resistência.


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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

FedEx anuncia encerramento das operações domésticas de transporte no Brasil

Foto: Divulgação

A multinacional americana FedEx, uma das maiores empresas de logística e transporte expresso do mundo, anunciou a interrupção de seus serviços de entrega doméstica no Brasil. A decisão marca o fim de uma operação que atuou por mais de três décadas no país e representa uma mudança significativa no cenário logístico nacional.

De acordo com a empresa, a suspensão dos serviços de coleta e entrega dentro do território brasileiro começará a valer a partir de fevereiro de 2026, com um período de transição para a conclusão das entregas já contratadas. O processo de desmobilização das operações deve se estender até meados do primeiro semestre do ano.

Motivos da decisão foi que a empresa informou que a medida faz parte de uma revisão estratégica global, motivada por desafios operacionais e pela forte concorrência no mercado brasileiro de entregas domésticas. Nos últimos anos, o setor passou por profundas transformações, impulsionadas pelo crescimento do e-commerce e pela atuação agressiva de transportadoras nacionais e regionais.

Com isso, a empresa optou por reorganizar seus investimentos, concentrando esforços em áreas consideradas mais estratégicas e rentáveis.

O que muda para os clientes, apesar do encerramento das operações domésticas, a FedEx continuará atuando no Brasil com serviços de transporte internacional, logística integrada e soluções voltadas ao comércio exterior. Ou seja, envios do Brasil para outros países e vice-versa seguirão sendo atendidos.

Clientes que utilizavam a FedEx para entregas dentro do país precisarão buscar alternativas junto a outras transportadoras, o que pode gerar ajustes em contratos, prazos e custos logísticos, especialmente para empresas de médio e grande porte.

Impacto no mercado

A saída da FedEx do segmento doméstico abre espaço para que empresas nacionais ampliem sua participação no mercado, fortalecendo a concorrência interna. Especialistas avaliam que a decisão também reflete as dificuldades estruturais da logística no Brasil, como altos custos operacionais, infraestrutura limitada e complexidade tributária.

Mesmo com o fim das entregas nacionais, a marca FedEx seguirá presente no país, agora com foco em operações globais e soluções corporativas, reforçando seu papel no comércio internacional.


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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Robô chinês bate recorde ao caminhar mais de 100 km

Robô Agibot A2 após chegar a Xangai 
Foto: Divulgação - Fonte: imagem G1

Um robô humanoide desenvolvido na China entrou para o Guinness World Records ao caminhar mais de 100 quilômetros sem desligar, em um percurso realizado em ambiente urbano real. O feito histórico demonstra o avanço da robótica e da inteligência artificial, especialmente na capacidade de locomoção autônoma por longas distâncias.

Durante a jornada, o robô enfrentou ruas, calçadas e diferentes tipos de terreno, utilizando sensores, GPS e sistemas de equilíbrio inteligentes. Para manter o funcionamento contínuo, foram usadas baterias com troca rápida, sem interromper a atividade.

O recorde simboliza um passo importante para o futuro dos robôs humanoides, que poderão atuar em áreas como serviços públicos, assistência a pessoas, segurança e atendimento. A conquista reforça o protagonismo da China no desenvolvimento de tecnologias avançadas e na corrida global pela inovação em robótica.

o robô chinês mostra que máquinas já estão cada vez mais próximas de atuar no dia a dia da sociedade.


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Castelo de Engady: um símbolo histórico e cultural de Caicó

Imagem Blog Robson Pires

Localizado em uma área de destaque na cidade de Caicó, no Seridó potiguar, o Castelo de Engady é um dos patrimônios históricos mais curiosos e emblemáticos do município. Com sua arquitetura singular e carregada de simbolismo, o castelo desperta a atenção de moradores, pesquisadores e visitantes interessados na história local.

A construção do Castelo de Engady teve início na década de 1970, idealizada pelo Monsenhor Antenor Salvino de Araújo, uma das figuras religiosas mais influentes da região. Inspirado em estilos arquitetônicos europeus, especialmente no modelo medieval, o monumento foi pensado como um espaço de retiro espiritual, reflexão e acolhimento, ligado à fé cristã e à missão pastoral do sacerdote.

Erguido em meio à paisagem do sertão, o castelo se destaca por suas torres, muros e detalhes arquitetônicos pouco comuns na região, o que o transformou rapidamente em um marco visual e cultural de Caicó. Ao longo dos anos, o local passou a fazer parte do imaginário popular, sendo envolto por histórias, lendas e curiosidades que reforçam seu valor simbólico.

A história do Castelo de Engady representa a união entre fé, cultura e identidade regional. Mais do que uma construção diferente, o castelo é um testemunho da criatividade humana e da força cultural de Caicó, permanecendo como um legado para as futuras gerações e um convite à valorização da memória local.

O castelo já sediou o Mosteiro das Clarissas e o Corpo de Bombeiros de Caicó temporariamente. Atualmente o mesmo foi vendido ao governo do estado, onde é gerenciado pela Fundação José Augusto, que pretende transformá-lo em casa de cultura ou uma espécie de museu

Mesmo enfrentando períodos de abandono e necessidade de restauração, o Castelo de Engady nunca perdeu sua importância histórica. Atualmente, o monumento é reconhecido como um importante patrimônio cultural do Seridó, sendo alvo de projetos e debates voltados à preservação, revitalização e utilização como espaço cultural e turístico.


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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Computação em Nuvem e a Importância da Cibersegurança

A computação em nuvem já faz parte do nosso dia a dia, mesmo quando não percebemos. Sempre que usamos e-mail, redes sociais, aplicativos bancários, serviços de streaming ou salvamos arquivos online, estamos utilizando a nuvem. Essa tecnologia trouxe mais praticidade, economia e agilidade, mas também levantou um alerta importante: como manter os dados seguros?

O que é computação em nuvem, afinal?

De forma simples, a computação em nuvem permite armazenar e acessar dados pela internet, sem a necessidade de um computador ou servidor físico próprio. Tudo fica hospedado em servidores remotos, gerenciados por empresas especializadas.

Para empresas e usuários, isso significa mais flexibilidade, acesso remoto às informações, facilidade de expansão e redução de custos com infraestrutura.

Por que a segurança é tão importante?

Com tantos dados importantes armazenados na nuvem — como informações pessoais, financeiras e empresariais — os riscos também aumentam. Ataques virtuais, vazamentos de dados, golpes por e-mail e sequestro de informações (ransomware) são cada vez mais comuns.

Muitas vezes, o problema não está na tecnologia em si, mas em falhas humanas, como senhas fracas, links maliciosos ou falta de atualização dos sistemas.

O papel da cibersegurança na nuvem

A cibersegurança é responsável por proteger dados e sistemas contra ameaças digitais. No ambiente em nuvem, ela garante que as informações estejam seguras e disponíveis apenas para quem tem autorização.

Algumas boas práticas essenciais incluem:

Uso de senhas fortes e únicas;

Ativação da autenticação em dois fatores;

Criptografia de dados;

Monitoramento de acessos;

Backups frequentes;

Conscientização dos usuários sobre golpes digitais.

Segurança é uma responsabilidade compartilhada

Um ponto importante é entender que a segurança na nuvem funciona de forma compartilhada. Enquanto o provedor cuida da infraestrutura e da proteção dos servidores, o usuário ou empresa deve gerenciar corretamente os acessos, permissões e configurações de segurança.

A computação em nuvem é uma aliada poderosa da transformação digital, mas só traz benefícios completos quando usada com responsabilidade. Investir em cibersegurança não é apenas uma medida técnica, é uma atitude essencial para proteger dados, garantir a privacidade e evitar prejuízos.


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Wi-Fi lento e travando: como melhorar a conexão e ampliar o sinal em casa

Ter uma internet lenta ou com quedas constantes é um dos problemas mais comuns nas residências. Reuniões online, aulas, streaming e até o uso do celular podem ser prejudicados quando o sinal Wi-Fi não funciona corretamente. A boa notícia é que, na maioria dos casos, é possível melhorar a conexão com medidas simples e acessíveis.

 Posicionamento do roteador faz toda a diferença

O roteador deve ficar em um local central da casa, de preferência em um ponto alto. Evite colocá-lo dentro de móveis fechados ou próximo a aparelhos que causam interferência, como micro-ondas, televisores e geladeiras. Quanto menos obstáculos, melhor será a distribuição do sinal.

Reinicie e mantenha o equipamento atualizado

Reiniciar o roteador periodicamente ajuda a corrigir falhas temporárias. Além disso, manter o firmware atualizado garante melhor desempenho, segurança e estabilidade da conexão.

Escolha o canal e a frequência corretos

Redes Wi-Fi próximas podem causar interferência. Ajustar o canal de transmissão do roteador pode melhorar bastante a velocidade.

2.4 GHz: maior alcance, porém mais sujeito a interferências

5 GHz: maior velocidade e menos interferência, ideal para curtas distâncias

Sempre que possível, utilize a rede de 5 GHz para dispositivos que exigem mais desempenho.

 Controle o uso da internet

Muitos dispositivos conectados ao mesmo tempo podem sobrecarregar a rede. Downloads pesados, jogos online e vídeos em alta resolução consomem muita banda. Ativar o QoS (Qualidade de Serviço) no roteador ajuda a priorizar os dispositivos mais importantes.

 Ampliação do sinal Wi-Fi

Se a casa for grande ou tiver muitas paredes, o sinal pode não alcançar todos os cômodos. Algumas soluções incluem:

Repetidor Wi-Fi: amplia o alcance, mas pode reduzir a velocidade

Access Point: melhor desempenho usando outro roteador

Sistema Mesh: a solução mais eficiente para cobertura total da casa

Prefira conexão via cabo

Sempre que possível, conecte TVs, computadores e videogames diretamente ao roteador por cabo de rede. Isso melhora a estabilidade e reduz a sobrecarga do Wi-Fi.

 Quando trocar o roteador

Roteadores antigos podem limitar a velocidade da internet. Modelos mais novos com Wi-Fi 5 (AC) ou Wi-Fi 6 (AX) oferecem maior alcance, velocidade e estabilidade.

Teste a velocidade contratada

Use ferramentas como Speedtest ou Fast.com para verificar a velocidade. Caso esteja muito abaixo do plano contratado, entre em contato com a operadora para uma avaliação técnica.

TESTE SUA VELOCIDADE AQUI.

Melhorar o Wi-Fi doméstico não exige grandes investimentos na maioria das vezes. Ajustes simples, bom posicionamento do roteador e a escolha correta dos equipamentos podem garantir uma internet mais rápida, estável e eficiente para toda a família.


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