quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Bancos digitais são seguros? Entenda os riscos e como seu dinheiro é protegido

imagem Divulgação
Nos últimos anos, os bancos digitais conquistaram milhões de brasileiros ao oferecer serviços sem tarifas, aplicativos intuitivos e facilidade no dia a dia. Mas uma dúvida ainda preocupa muita gente: bancos digitais são realmente seguros? Existe risco de quebrar?

A resposta é: sim, eles são seguros, mas é importante entender como funciona a proteção do dinheiro e quais cuidados o cliente deve ter.

Bancos digitais podem quebrar?

Assim como qualquer instituição financeira, bancos digitais não estão livres de riscos. Eles podem enfrentar dificuldades financeiras ou até encerrar as atividades. No entanto, esse risco não é exclusivo dos bancos digitais — bancos tradicionais também estão sujeitos a problemas econômicos.

A grande diferença está na regulamentação. Bancos digitais que operam legalmente no Brasil são autorizados e fiscalizados pelo Banco Central, seguindo as mesmas regras dos grandes bancos.

O principal mecanismo de proteção é o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Ele funciona como um “seguro” para o consumidor em caso de falência da instituição.

O FGC garante:

Até R$ 250 mil por CPF

Por instituição financeira

Para produtos como:

Poupança

CDB

Conta remunerada

LCI e LCA

Isso significa que, mesmo que o banco digital quebre, o cliente pode recuperar o valor dentro desse limite.

Bancos digitais são diferentes dos tradicionais?

Na prática, não. A principal diferença é que os bancos digitais não possuem agências físicas, operando totalmente por aplicativos. Em termos de segurança, regras e fiscalização, as exigências são as mesmas impostas aos bancos tradicionais.

Instituições digitais como Nubank, Inter, C6 Bank e PagBank, por exemplo, possuem autorização do Banco Central e contam com proteção do FGC em produtos específicos.

Quais são os riscos reais?

Hoje, o maior perigo para quem usa bancos digitais não é a falência, mas sim os golpes financeiros. Entre os mais comuns estão:

Links falsos enviados por mensagens ou e-mail

Clonagem de aplicativos

Roubo de celular sem proteção adequada

Por isso, especialistas recomendam:

Ativar biometria e senha forte

Usar verificação em duas etapas

Evitar clicar em links suspeitos

Vale a pena usar banco digital?

Sim. Para pagamentos, PIX, transferências e controle financeiro, os bancos digitais oferecem praticidade e economia. A recomendação é não concentrar todo o dinheiro em uma única instituição, especialmente valores altos.

Bancos digitais são seguros, regulamentados e confiáveis, desde que o consumidor escolha instituições autorizadas pelo Banco Central e fique atento às proteções do FGC. Com informação e cuidados básicos de segurança, eles se tornam uma excelente opção para o dia a dia financeiro.


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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Como o celular matou vários eletrônicos do mercado

Fonte:Giphy

O telefone celular deixou de ser apenas um meio de comunicação há muito tempo. Com a evolução dos smartphones, um único dispositivo passou a concentrar funções que antes dependiam de diversos aparelhos eletrônicos. Esse avanço tecnológico transformou hábitos, simplificou o dia a dia e, ao mesmo tempo, decretou o fim de vários produtos que eram comuns nas casas e bolsas das pessoas.

Um dos primeiros mercados afetados foi o das câmeras digitais simples. Antes populares para registrar viagens e momentos em família, elas perderam espaço quando os celulares passaram a oferecer câmeras cada vez mais potentes, com múltiplas lentes, inteligência artificial e edição instantânea. Hoje, apenas câmeras profissionais ou voltadas a nichos específicos resistem.

Os tocadores de música portáteis, como MP3 e MP4 players, praticamente desapareceram. O celular reuniu música, streaming, rádio online e armazenamento em um único aparelho. Serviços como Spotify, YouTube Music e Deezer tornaram esses dispositivos obsoletos.

Antes indispensáveis para motoristas, os aparelhos de GPS dedicados foram substituídos por aplicativos gratuitos como Google Maps e Waze. Além de economizar espaço no painel do carro, o celular oferece informações em tempo real sobre trânsito, acidentes e rotas alternativas.

Embora ainda existam em ambientes escolares, a calculadora física perdeu relevância no cotidiano. O smartphone traz calculadoras simples, científicas e financeiras, além de aplicativos capazes de resolver equações complexas.

Jornalistas, estudantes e profissionais usavam gravadores portáteis para registrar entrevistas e reuniões. Hoje, aplicativos de gravação no celular oferecem qualidade superior, organização automática e até transcrição por inteligência artificial.

O tradicional despertador de mesa também foi impactado. O celular permite configurar múltiplos alarmes, escolher músicas, acompanhar o clima e integrar lembretes, tornando o dispositivo dedicado desnecessário para muitos usuários.

Embora consoles robustos ainda tenham seu público, os videogames portáteis mais simples perderam espaço para os jogos mobile. Com gráficos avançados e acesso fácil, o celular se tornou uma plataforma de entretenimento completa.

O smartphone não apenas substituiu vários eletrônicos, mas também mudou o comportamento do consumidor. A praticidade de carregar tudo em um único dispositivo reduziu custos, espaço e complexidade. Por outro lado, também concentrou dependência e aumentou a importância do celular no dia a dia moderno.

O que antes exigia uma mochila cheia de aparelhos hoje cabe no bolso. O celular não apenas “matou” vários eletrônicos do mercado — ele redefiniu a forma como as pessoas se comunicam, trabalham, se divertem e registram o mundo.


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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Fim do orelhão: o adeus definitivo a um ícone da comunicação no Brasil

Foto por Reprodução/Internet
Durante décadas, o orelhão foi um dos principais símbolos da comunicação no Brasil. Presente em ruas, praças, rodoviárias e hospitais, o telefone público garantiu acesso à comunicação para milhões de brasileiros, especialmente em um período em que ter telefone em casa era privilégio de poucos. Hoje, porém, ele faz parte do passado.

Os orelhões começaram a se popularizar no país a partir dos anos 1970, tornando-se essenciais para ligações locais, interurbanas e até emergenciais. Com o uso de fichas e, mais tarde, cartões telefônicos, o equipamento cumpriu um papel social importante, conectando pessoas em tempos em que a tecnologia era limitada.

No entanto, a chegada e a rápida expansão dos telefones celulares, somadas à internet móvel e aos aplicativos de mensagens instantâneas, mudaram completamente os hábitos da população. Fazer uma ligação deixou de ser uma necessidade exclusiva dos telefones públicos.

Com o passar dos anos, o número de chamadas realizadas em orelhões despencou. Muitos aparelhos passaram a ficar inutilizados, quebrados ou vandalizados, gerando custos elevados de manutenção para as concessionárias de telefonia.

Diante desse cenário, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou a retirada progressiva dos telefones públicos, encerrando a obrigatoriedade de manutenção desses equipamentos. Assim, o que antes era indispensável tornou-se oficialmente obsoleto.

Apesar do fim prático, o orelhão permanece vivo na memória afetiva dos brasileiros. Ele marcou encontros, despedidas, chamadas importantes e até romances. Em algumas cidades, os equipamentos ganharam novos usos, sendo transformados em peças de arte urbana, bibliotecas comunitárias ou itens de museu.

O desaparecimento dos orelhões simboliza mais do que o avanço tecnológico: representa a transformação da sociedade, que hoje vive conectada em tempo integral. A comunicação ficou mais rápida, acessível e móvel, mas também deixou para trás objetos que fizeram parte da história cotidiana do país.

O fim do orelhão encerra um capítulo importante da história das telecomunicações no Brasil. Embora não faça mais falta no dia a dia, ele segue como um símbolo de uma época em que a comunicação exigia planejamento, paciência e, claro, algumas fichas no bolso.


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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Incentivos atraem indústria brasileira para o Paraguai

Criador: Marketing Tensai licença Creative Commons 
O Paraguai tem se destacado como destino de empresas brasileiras em busca de menor carga tributária e custos operacionais reduzidos. O principal atrativo é o regime de Maquila, que isenta impostos na importação de máquinas e matérias-primas e cobra um imposto único de cerca de 1% sobre o valor agregado destinado à exportação.

Além dos incentivos fiscais, o país oferece energia elétrica barata, encargos trabalhistas menores e burocracia simplificada, fatores que aumentam a competitividade industrial. A proximidade com o Brasil facilita a logística e a integração das cadeias produtivas, especialmente nas regiões de fronteira.

Setores como têxtil, calçados, autopeças e alimentos lideram esse movimento, que já resultou em centenas de empresas brasileiras instaladas no Paraguai e crescimento expressivo das exportações do país vizinho.

Para especialistas, a migração industrial expõe o alto custo de produção no Brasil e reforça a necessidade de reformas estruturais para manter a competitividade da indústria nacional.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

App “Are You Dead?” viraliza na China ao monitorar pessoas que vivem sozinhas

Foto: divulgação
Um aplicativo simples, mas com uma proposta inusitada, se tornou um dos mais baixados da Apple App Store na China e chamou a atenção do mundo. Batizado de “Are You Dead?” (em tradução livre, “Você está morto?”), o app tem como principal objetivo monitorar a segurança de pessoas que moram sozinhas.

Apesar do nome provocativo, a ideia por trás da ferramenta é séria e reflete uma mudança social cada vez mais presente: o aumento do número de pessoas vivendo sozinhas, especialmente em grandes centros urbanos.

 O que é o app “Are You Dead?”

Conhecido originalmente na China como Sile Me (ou Demumu, em algumas versões), o aplicativo funciona como um sistema de check-in periódico. O usuário precisa confirmar dentro do app que está bem e ativo em um intervalo de tempo previamente definido, geralmente a cada 24 ou 48 horas.

Caso essa confirmação não seja feita, o aplicativo envia automaticamente um alerta para um contato de emergência, avisando que algo pode estar errado.

 Como funciona na prática

O usuário cadastra contatos de confiança (familiares ou amigos);

Define o intervalo de verificação;

Realiza um simples toque no app para confirmar que está bem;

Se não houver resposta no prazo, o sistema dispara um aviso automático.

O app não usa câmeras, não rastreia localização em tempo real e não coleta dados complexos — sua proposta é ser simples, direta e discreta.

 Por que o app viralizou na China?

A popularidade do “Are You Dead?” está diretamente ligada a uma realidade social crescente na China:

Milhões de jovens profissionais vivem sozinhos em grandes cidades;

O número de idosos morando sem familiares também aumentou;

Casos de pessoas que passam dias sem contato social têm gerado preocupação.

Nesse cenário, o aplicativo foi visto como uma solução acessível de segurança e tranquilidade, tanto para quem mora sozinho quanto para familiares que vivem longe.

Sucesso na Apple App Store

O app alcançou rapidamente o topo do ranking de aplicativos pagos da Apple App Store chinesa, impulsionado pelo boca a boca nas redes sociais e pela repercussão em veículos de imprensa internacionais.

Vale destacar que não se trata de um produto da Apple, nem de um sistema de vigilância. A Apple apenas hospeda o aplicativo em sua loja oficial.

Privacidade e limites

Apesar do sucesso, o app também gerou debates sobre:

Dependência tecnológica para segurança pessoal;

Ansiedade causada por alertas automáticos;

Privacidade e responsabilidade dos contatos de emergência.

Ainda assim, desenvolvedores afirmam que o foco é prevenção e cuidado, não monitoramento invasivo.

Tecnologia refletindo a vida moderna

O sucesso do “Are You Dead?” mostra como a tecnologia tem sido usada para responder a novos desafios sociais, como solidão, envelhecimento da população e segurança pessoal.

Mais do que um aplicativo curioso, ele se tornou um símbolo de uma geração que vive conectada, mas muitas vezes sozinha.


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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Software e Programação Agentic AI em Sistemas Operacionais como Linux, Windows e macOS

Fonte: Imagem Criada pelo ChatGBT

 A Inteligência Artificial está evoluindo rapidamente e dando origem a um novo paradigma tecnológico: a Agentic AI (IA Agêntica). Diferente das soluções tradicionais de IA, que apenas respondem a comandos, a Agentic AI é capaz de agir de forma autônoma, planejar tarefas, tomar decisões e interagir diretamente com sistemas e softwares. Quando aplicada aos sistemas operacionais, essa tecnologia promete revolucionar a forma como usamos computadores e dispositivos inteligentes.

O que é Agentic AI?

Agentic AI é um tipo de Inteligência Artificial baseada em agentes inteligentes. Esses agentes possuem autonomia para executar tarefas, aprender com o ambiente e tomar decisões baseadas em objetivos previamente definidos. Em vez de esperar ordens diretas do usuário, a IA age de forma proativa, sempre respeitando limites e regras estabelecidas.

Entre as principais características da Agentic AI estão:

Autonomia operacional

Capacidade de planejamento e execução

Aprendizado contínuo

Interação com outros agentes e sistemas

Tomada de decisão contextual

A integração da Agentic AI aos Sistemas Operacionais

Nos sistemas operacionais modernos, a Agentic AI pode funcionar como uma camada inteligente responsável por gerenciar recursos, segurança e automação. Essa integração permite que o próprio sistema tome decisões para melhorar desempenho, segurança e experiência do usuário.

Algumas aplicações práticas incluem:

Gerenciamento inteligente de processos e aplicativos

Otimização automática de uso de CPU, memória e energia

Monitoramento de ameaças cibernéticas em tempo real

Assistentes que configuram o sistema, instalam programas e resolvem falhas

Sistemas como Linux, Windows e macOS já utilizam mecanismos automatizados, mas a Agentic AI amplia essas funções com maior autonomia e inteligência.

Programação Agentic AI: como funciona?

A programação de Agentic AI envolve diversas áreas da computação, como Machine Learning, arquiteturas multiagentes e automação inteligente. O desenvolvimento desses sistemas exige integração profunda com o sistema operacional e seus recursos.

As linguagens mais utilizadas nesse contexto são:

Python, pela facilidade no desenvolvimento de IA

C++ e Rust, para desempenho e segurança em baixo nível

Java e Go, para sistemas escaláveis e distribuídos

Shell Script, para automação e controle do sistema

Frameworks como Auto-GPT, LangChain e CrewAI têm se destacado por facilitar a criação de agentes autônomos capazes de executar tarefas complexas.

Benefícios para usuários e empresas

A adoção da Agentic AI em sistemas operacionais traz diversos benefícios:

Aumento da produtividade

Redução de falhas humanas

Melhor aproveitamento do hardware

Sistemas mais adaptáveis e inteligentes

Automação avançada de tarefas repetitivas

Para empresas, isso significa redução de custos, maior eficiência operacional e tomada de decisões mais rápidas.

Desafios e cuidados necessários

Apesar das vantagens, a Agentic AI também apresenta desafios importantes. A autonomia dos agentes exige controles rigorosos, políticas de segurança e supervisão humana. Questões como privacidade de dados, riscos de decisões incorretas e ataques cibernéticos devem ser tratadas com prioridade.

O desenvolvimento responsável da Agentic AI deve sempre incluir:

Limites claros de atuação

Auditoria e monitoramento dos agentes

Transparência nas decisões da IA

O futuro dos sistemas operacionais inteligentes

No futuro, os sistemas operacionais deixarão de ser apenas plataformas de execução para se tornarem ambientes inteligentes e autônomos. Com a Agentic AI, o computador será capaz de compreender objetivos do usuário e agir para alcançá-los de forma eficiente e segura.

Essa tecnologia marca um novo capítulo na história da computação, onde software, programação e inteligência artificial trabalham juntos para criar sistemas mais inteligentes, proativos e humanos.


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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

BC PROTEGE+: Banco Central lança ferramenta para proteger CPF e CNPJ contra fraudes

Fonte: Criado por ChatGBT
Com o aumento dos golpes financeiros no Brasil, o Banco Central (BC) lançou o BC PROTEGE+, um serviço gratuito que tem como objetivo evitar fraudes envolvendo a abertura indevida de contas bancárias em nome de pessoas físicas e jurídicas. A ferramenta já está disponível e representa um avanço importante na proteção da identidade financeira dos brasileiros.

O que é o BC PROTEGE+?

O BC PROTEGE+ é um serviço que permite ao cidadão informar ao sistema financeiro que não deseja abrir novas contas bancárias nem ser incluído como titular ou representante em contas de terceiros. Com isso, instituições financeiras ficam impedidas de abrir contas usando aquele CPF ou CNPJ, enquanto a proteção estiver ativa.

A iniciativa é coordenada pelo Banco Central do Brasil e integra o portal Meu BC, reforçando a segurança do sistema financeiro nacional.

Para que serve o BC PROTEGE+?

O principal objetivo do BC PROTEGE+ é prevenir golpes e fraudes de identidade, como:

Abertura de contas bancárias sem o consentimento do titular

Uso indevido de CPF ou CNPJ por criminosos

Inclusão fraudulenta como sócio ou representante legal

Contas criadas para lavagem de dinheiro ou golpes digitais

Com a proteção ativada, qualquer tentativa de abertura de conta será automaticamente barrada.

Como o serviço funciona na prática?

Antes de abrir uma nova conta ou incluir alguém como titular ou representante, os bancos são obrigados a consultar o sistema BC PROTEGE+.

Se o CPF ou CNPJ estiver com a proteção ativa, a operação não poderá ser concluída.

O titular pode ativar ou desativar o serviço a qualquer momento, de forma simples e digital.

Quem pode usar o BC PROTEGE+?

O serviço está disponível para:

Pessoas físicas (CPF)

Pessoas jurídicas (CNPJ)

É necessário ter uma conta gov.br nos níveis prata ou ouro, com verificação em duas etapas ativada.

O BC PROTEGE+ interfere nas contas existentes?

O BC PROTEGE+ não afeta contas já abertas, nem movimentações financeiras, empréstimos ou cartões existentes. Ele atua exclusivamente na abertura de novas contas ou na inclusão de novos titulares e representantes.

O serviço é pago? Não, O BC PROTEGE+ é totalmente gratuito e pode ser utilizado por qualquer cidadão que atenda aos requisitos de acesso.

Por que o BC PROTEGE+ é importante?

Em um cenário de crescimento dos crimes digitais, o BC PROTEGE+ se torna uma ferramenta essencial para:

Aumentar a segurança financeira da população

Reduzir prejuízos causados por fraudes bancárias

Fortalecer o combate ao uso indevido de dados pessoais

Dar mais controle ao cidadão sobre seu CPF ou CNPJ

A medida também ajuda bancos e instituições financeiras a identificar tentativas suspeitas antes que o golpe aconteça.

O BC PROTEGE+ é uma solução simples, eficaz e acessível que coloca o cidadão no controle da própria segurança financeira. Em tempos de golpes cada vez mais sofisticados, ativar essa proteção pode evitar dores de cabeça e prejuízos futuros.


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