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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Bancos digitais são seguros? Entenda os riscos e como seu dinheiro é protegido

imagem Divulgação
Nos últimos anos, os bancos digitais conquistaram milhões de brasileiros ao oferecer serviços sem tarifas, aplicativos intuitivos e facilidade no dia a dia. Mas uma dúvida ainda preocupa muita gente: bancos digitais são realmente seguros? Existe risco de quebrar?

A resposta é: sim, eles são seguros, mas é importante entender como funciona a proteção do dinheiro e quais cuidados o cliente deve ter.

Bancos digitais podem quebrar?

Assim como qualquer instituição financeira, bancos digitais não estão livres de riscos. Eles podem enfrentar dificuldades financeiras ou até encerrar as atividades. No entanto, esse risco não é exclusivo dos bancos digitais — bancos tradicionais também estão sujeitos a problemas econômicos.

A grande diferença está na regulamentação. Bancos digitais que operam legalmente no Brasil são autorizados e fiscalizados pelo Banco Central, seguindo as mesmas regras dos grandes bancos.

O principal mecanismo de proteção é o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Ele funciona como um “seguro” para o consumidor em caso de falência da instituição.

O FGC garante:

Até R$ 250 mil por CPF

Por instituição financeira

Para produtos como:

Poupança

CDB

Conta remunerada

LCI e LCA

Isso significa que, mesmo que o banco digital quebre, o cliente pode recuperar o valor dentro desse limite.

Bancos digitais são diferentes dos tradicionais?

Na prática, não. A principal diferença é que os bancos digitais não possuem agências físicas, operando totalmente por aplicativos. Em termos de segurança, regras e fiscalização, as exigências são as mesmas impostas aos bancos tradicionais.

Instituições digitais como Nubank, Inter, C6 Bank e PagBank, por exemplo, possuem autorização do Banco Central e contam com proteção do FGC em produtos específicos.

Quais são os riscos reais?

Hoje, o maior perigo para quem usa bancos digitais não é a falência, mas sim os golpes financeiros. Entre os mais comuns estão:

Links falsos enviados por mensagens ou e-mail

Clonagem de aplicativos

Roubo de celular sem proteção adequada

Por isso, especialistas recomendam:

Ativar biometria e senha forte

Usar verificação em duas etapas

Evitar clicar em links suspeitos

Vale a pena usar banco digital?

Sim. Para pagamentos, PIX, transferências e controle financeiro, os bancos digitais oferecem praticidade e economia. A recomendação é não concentrar todo o dinheiro em uma única instituição, especialmente valores altos.

Bancos digitais são seguros, regulamentados e confiáveis, desde que o consumidor escolha instituições autorizadas pelo Banco Central e fique atento às proteções do FGC. Com informação e cuidados básicos de segurança, eles se tornam uma excelente opção para o dia a dia financeiro.


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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Como o celular matou vários eletrônicos do mercado

Fonte:Giphy

O telefone celular deixou de ser apenas um meio de comunicação há muito tempo. Com a evolução dos smartphones, um único dispositivo passou a concentrar funções que antes dependiam de diversos aparelhos eletrônicos. Esse avanço tecnológico transformou hábitos, simplificou o dia a dia e, ao mesmo tempo, decretou o fim de vários produtos que eram comuns nas casas e bolsas das pessoas.

Um dos primeiros mercados afetados foi o das câmeras digitais simples. Antes populares para registrar viagens e momentos em família, elas perderam espaço quando os celulares passaram a oferecer câmeras cada vez mais potentes, com múltiplas lentes, inteligência artificial e edição instantânea. Hoje, apenas câmeras profissionais ou voltadas a nichos específicos resistem.

Os tocadores de música portáteis, como MP3 e MP4 players, praticamente desapareceram. O celular reuniu música, streaming, rádio online e armazenamento em um único aparelho. Serviços como Spotify, YouTube Music e Deezer tornaram esses dispositivos obsoletos.

Antes indispensáveis para motoristas, os aparelhos de GPS dedicados foram substituídos por aplicativos gratuitos como Google Maps e Waze. Além de economizar espaço no painel do carro, o celular oferece informações em tempo real sobre trânsito, acidentes e rotas alternativas.

Embora ainda existam em ambientes escolares, a calculadora física perdeu relevância no cotidiano. O smartphone traz calculadoras simples, científicas e financeiras, além de aplicativos capazes de resolver equações complexas.

Jornalistas, estudantes e profissionais usavam gravadores portáteis para registrar entrevistas e reuniões. Hoje, aplicativos de gravação no celular oferecem qualidade superior, organização automática e até transcrição por inteligência artificial.

O tradicional despertador de mesa também foi impactado. O celular permite configurar múltiplos alarmes, escolher músicas, acompanhar o clima e integrar lembretes, tornando o dispositivo dedicado desnecessário para muitos usuários.

Embora consoles robustos ainda tenham seu público, os videogames portáteis mais simples perderam espaço para os jogos mobile. Com gráficos avançados e acesso fácil, o celular se tornou uma plataforma de entretenimento completa.

O smartphone não apenas substituiu vários eletrônicos, mas também mudou o comportamento do consumidor. A praticidade de carregar tudo em um único dispositivo reduziu custos, espaço e complexidade. Por outro lado, também concentrou dependência e aumentou a importância do celular no dia a dia moderno.

O que antes exigia uma mochila cheia de aparelhos hoje cabe no bolso. O celular não apenas “matou” vários eletrônicos do mercado — ele redefiniu a forma como as pessoas se comunicam, trabalham, se divertem e registram o mundo.


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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Fim do orelhão: o adeus definitivo a um ícone da comunicação no Brasil

Foto por Reprodução/Internet
Durante décadas, o orelhão foi um dos principais símbolos da comunicação no Brasil. Presente em ruas, praças, rodoviárias e hospitais, o telefone público garantiu acesso à comunicação para milhões de brasileiros, especialmente em um período em que ter telefone em casa era privilégio de poucos. Hoje, porém, ele faz parte do passado.

Os orelhões começaram a se popularizar no país a partir dos anos 1970, tornando-se essenciais para ligações locais, interurbanas e até emergenciais. Com o uso de fichas e, mais tarde, cartões telefônicos, o equipamento cumpriu um papel social importante, conectando pessoas em tempos em que a tecnologia era limitada.

No entanto, a chegada e a rápida expansão dos telefones celulares, somadas à internet móvel e aos aplicativos de mensagens instantâneas, mudaram completamente os hábitos da população. Fazer uma ligação deixou de ser uma necessidade exclusiva dos telefones públicos.

Com o passar dos anos, o número de chamadas realizadas em orelhões despencou. Muitos aparelhos passaram a ficar inutilizados, quebrados ou vandalizados, gerando custos elevados de manutenção para as concessionárias de telefonia.

Diante desse cenário, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou a retirada progressiva dos telefones públicos, encerrando a obrigatoriedade de manutenção desses equipamentos. Assim, o que antes era indispensável tornou-se oficialmente obsoleto.

Apesar do fim prático, o orelhão permanece vivo na memória afetiva dos brasileiros. Ele marcou encontros, despedidas, chamadas importantes e até romances. Em algumas cidades, os equipamentos ganharam novos usos, sendo transformados em peças de arte urbana, bibliotecas comunitárias ou itens de museu.

O desaparecimento dos orelhões simboliza mais do que o avanço tecnológico: representa a transformação da sociedade, que hoje vive conectada em tempo integral. A comunicação ficou mais rápida, acessível e móvel, mas também deixou para trás objetos que fizeram parte da história cotidiana do país.

O fim do orelhão encerra um capítulo importante da história das telecomunicações no Brasil. Embora não faça mais falta no dia a dia, ele segue como um símbolo de uma época em que a comunicação exigia planejamento, paciência e, claro, algumas fichas no bolso.


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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

BC PROTEGE+: Banco Central lança ferramenta para proteger CPF e CNPJ contra fraudes

Fonte: Criado por ChatGBT
Com o aumento dos golpes financeiros no Brasil, o Banco Central (BC) lançou o BC PROTEGE+, um serviço gratuito que tem como objetivo evitar fraudes envolvendo a abertura indevida de contas bancárias em nome de pessoas físicas e jurídicas. A ferramenta já está disponível e representa um avanço importante na proteção da identidade financeira dos brasileiros.

O que é o BC PROTEGE+?

O BC PROTEGE+ é um serviço que permite ao cidadão informar ao sistema financeiro que não deseja abrir novas contas bancárias nem ser incluído como titular ou representante em contas de terceiros. Com isso, instituições financeiras ficam impedidas de abrir contas usando aquele CPF ou CNPJ, enquanto a proteção estiver ativa.

A iniciativa é coordenada pelo Banco Central do Brasil e integra o portal Meu BC, reforçando a segurança do sistema financeiro nacional.

Para que serve o BC PROTEGE+?

O principal objetivo do BC PROTEGE+ é prevenir golpes e fraudes de identidade, como:

Abertura de contas bancárias sem o consentimento do titular

Uso indevido de CPF ou CNPJ por criminosos

Inclusão fraudulenta como sócio ou representante legal

Contas criadas para lavagem de dinheiro ou golpes digitais

Com a proteção ativada, qualquer tentativa de abertura de conta será automaticamente barrada.

Como o serviço funciona na prática?

Antes de abrir uma nova conta ou incluir alguém como titular ou representante, os bancos são obrigados a consultar o sistema BC PROTEGE+.

Se o CPF ou CNPJ estiver com a proteção ativa, a operação não poderá ser concluída.

O titular pode ativar ou desativar o serviço a qualquer momento, de forma simples e digital.

Quem pode usar o BC PROTEGE+?

O serviço está disponível para:

Pessoas físicas (CPF)

Pessoas jurídicas (CNPJ)

É necessário ter uma conta gov.br nos níveis prata ou ouro, com verificação em duas etapas ativada.

O BC PROTEGE+ interfere nas contas existentes?

O BC PROTEGE+ não afeta contas já abertas, nem movimentações financeiras, empréstimos ou cartões existentes. Ele atua exclusivamente na abertura de novas contas ou na inclusão de novos titulares e representantes.

O serviço é pago? Não, O BC PROTEGE+ é totalmente gratuito e pode ser utilizado por qualquer cidadão que atenda aos requisitos de acesso.

Por que o BC PROTEGE+ é importante?

Em um cenário de crescimento dos crimes digitais, o BC PROTEGE+ se torna uma ferramenta essencial para:

Aumentar a segurança financeira da população

Reduzir prejuízos causados por fraudes bancárias

Fortalecer o combate ao uso indevido de dados pessoais

Dar mais controle ao cidadão sobre seu CPF ou CNPJ

A medida também ajuda bancos e instituições financeiras a identificar tentativas suspeitas antes que o golpe aconteça.

O BC PROTEGE+ é uma solução simples, eficaz e acessível que coloca o cidadão no controle da própria segurança financeira. Em tempos de golpes cada vez mais sofisticados, ativar essa proteção pode evitar dores de cabeça e prejuízos futuros.


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Casa Forte do Cuó: história, mistério e tradição oral em Caicó (RN)

Sítio Arqueológico Casa Forte do Cuó
passa por requalificação e proteção. Foto: ASCOM/Caicó.

A Casa Forte do Cuó é um dos locais mais emblemáticos da memória histórica e cultural de Caicó, no Seridó potiguar. Envolta por narrativas populares, o espaço reúne elementos do período colonial, da formação do sertão nordestino e do rico imaginário popular que atravessa gerações.

Origem das casas fortes no sertão

Durante os séculos XVII e XVIII, o interior do Nordeste passou por um processo de ocupação marcado por conflitos territoriais, disputas por terras e a necessidade de proteção das fazendas. Foi nesse contexto que surgiram as chamadas casas fortes: construções resistentes, com paredes grossas, erguidas para servir como abrigo e defesa.

A Casa Forte do Cuó teria sido uma dessas edificações, ligada aos primeiros núcleos de povoamento da região que mais tarde daria origem à cidade de Caicó.

O significado do nome “Cuó”

A origem do nome Cuó não é totalmente esclarecida pelos registros históricos. Algumas versões indicam que o termo pode estar relacionado:

Ao apelido de um antigo morador ou proprietário da área

A uma palavra de origem popular ou indígena

A uma adaptação linguística comum na tradição oral sertaneja

A falta de documentos oficiais contribuiu para que o nome ganhasse, ao longo do tempo, um caráter misterioso.

Lendas e histórias que atravessam gerações

Assim como outros locais históricos do sertão, a Casa Forte do Cuó é cercada por lendas e relatos populares. Moradores antigos contam histórias sobre:

Sons inexplicáveis durante a noite

Aparições e sombras

Sensação de medo ao se aproximar do local após o anoitecer

Essas narrativas, transmitidas oralmente, fazem parte do folclore caicoense e refletem a forte religiosidade e imaginação do povo sertanejo.

Importância cultural e histórica

Mesmo não sendo um ponto turístico estruturado, a Casa Forte do Cuó possui grande relevância para a cidade:

Representa o período inicial de ocupação do Seridó

Preserva a memória das antigas construções defensivas

Valoriza a tradição oral como forma de identidade cultural

Para pesquisadores, estudantes e amantes da história regional, o local é uma referência importante para compreender o passado de Caicó.

Entre a história e o imaginário popular

A Casa Forte do Cuó simboliza a união entre fato histórico e lenda, algo muito presente na cultura nordestina. Mais do que uma antiga construção, ela representa o modo como o povo de Caicó mantém viva sua história por meio da palavra, da memória e das narrativas populares.

Preservar e contar essas histórias é essencial para fortalecer a identidade cultural do Seridó e garantir que lugares como a Casa Forte do Cuó continuem vivos na memória coletiva da cidade.

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Museu do Seridó: guardião da história e da identidade cultural de Caicó

Foto: Divulgação

 Localizado no coração de Caicó, no Rio Grande do Norte, o Museu do Seridó é um dos mais importantes espaços de preservação da memória histórica e cultural da região seridoense. Muito mais do que um prédio antigo, o museu representa a identidade, as tradições e os modos de vida que ajudaram a construir a história do povo do Seridó.

Um prédio histórico cheio de significado

O Museu do Seridó funciona em um edifício colonial do início do século XIX, concluído em 1812, que já abrigou o antigo Senado da Câmara e Cadeia Pública da Vila do Príncipe. Essa construção é considerada uma das mais antigas de Caicó e, por si só, já é um importante patrimônio histórico e arquitetônico da cidade.

Origem e administração

A criação do museu remonta à década de 1960, idealizada pelo Padre Antenor Salvino de Araújo, inicialmente com o nome de Museu Pena de Ouro. Com o passar dos anos, o espaço ganhou maior estrutura e passou a ser administrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio do Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES), fortalecendo seu papel educativo e acadêmico.

Um acervo que conta a história do Seridó

O acervo do Museu do Seridó é diversificado e organizado em exposições temáticas que retratam diferentes períodos e aspectos da região. Entre os destaques estão:

Objetos e vestígios do período pré-cabralino, que revelam a presença indígena antes da colonização;

Peças relacionadas à vida social, ao trabalho e à produção econômica do Seridó;

Elementos da religiosidade popular, como imagens sacras e objetos litúrgicos;

Utensílios domésticos, ferramentas e artefatos ligados à cultura do sertão e à indústria alimentícia de subsistência.

Cada item exposto ajuda a compreender como o povo seridoense se adaptou ao clima, construiu tradições e manteve sua identidade ao longo do tempo.

Cultura, educação e valorização regional

Além das exposições permanentes, o Museu do Seridó também desenvolve projetos culturais e educativos, promovendo exposições temporárias, atividades acadêmicas e iniciativas que valorizam a música, a arte e a história local. Essas ações reforçam o museu como um espaço vivo, que dialoga com a comunidade e com as novas gerações.

Um patrimônio de todos

Visitar o Museu do Seridó é fazer uma verdadeira viagem pela história de Caicó e da região seridoense. O espaço cumpre um papel fundamental na preservação da memória, no fortalecimento da identidade cultural e na valorização do patrimônio histórico do Rio Grande do Norte.

Para moradores e visitantes, o museu é uma parada obrigatória para quem deseja entender melhor o passado e o presente do Seridó — uma região rica em cultura, tradição e resistência.


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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

FedEx anuncia encerramento das operações domésticas de transporte no Brasil

Foto: Divulgação

A multinacional americana FedEx, uma das maiores empresas de logística e transporte expresso do mundo, anunciou a interrupção de seus serviços de entrega doméstica no Brasil. A decisão marca o fim de uma operação que atuou por mais de três décadas no país e representa uma mudança significativa no cenário logístico nacional.

De acordo com a empresa, a suspensão dos serviços de coleta e entrega dentro do território brasileiro começará a valer a partir de fevereiro de 2026, com um período de transição para a conclusão das entregas já contratadas. O processo de desmobilização das operações deve se estender até meados do primeiro semestre do ano.

Motivos da decisão foi que a empresa informou que a medida faz parte de uma revisão estratégica global, motivada por desafios operacionais e pela forte concorrência no mercado brasileiro de entregas domésticas. Nos últimos anos, o setor passou por profundas transformações, impulsionadas pelo crescimento do e-commerce e pela atuação agressiva de transportadoras nacionais e regionais.

Com isso, a empresa optou por reorganizar seus investimentos, concentrando esforços em áreas consideradas mais estratégicas e rentáveis.

O que muda para os clientes, apesar do encerramento das operações domésticas, a FedEx continuará atuando no Brasil com serviços de transporte internacional, logística integrada e soluções voltadas ao comércio exterior. Ou seja, envios do Brasil para outros países e vice-versa seguirão sendo atendidos.

Clientes que utilizavam a FedEx para entregas dentro do país precisarão buscar alternativas junto a outras transportadoras, o que pode gerar ajustes em contratos, prazos e custos logísticos, especialmente para empresas de médio e grande porte.

Impacto no mercado

A saída da FedEx do segmento doméstico abre espaço para que empresas nacionais ampliem sua participação no mercado, fortalecendo a concorrência interna. Especialistas avaliam que a decisão também reflete as dificuldades estruturais da logística no Brasil, como altos custos operacionais, infraestrutura limitada e complexidade tributária.

Mesmo com o fim das entregas nacionais, a marca FedEx seguirá presente no país, agora com foco em operações globais e soluções corporativas, reforçando seu papel no comércio internacional.


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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Computação em Nuvem e a Importância da Cibersegurança

A computação em nuvem já faz parte do nosso dia a dia, mesmo quando não percebemos. Sempre que usamos e-mail, redes sociais, aplicativos bancários, serviços de streaming ou salvamos arquivos online, estamos utilizando a nuvem. Essa tecnologia trouxe mais praticidade, economia e agilidade, mas também levantou um alerta importante: como manter os dados seguros?

O que é computação em nuvem, afinal?

De forma simples, a computação em nuvem permite armazenar e acessar dados pela internet, sem a necessidade de um computador ou servidor físico próprio. Tudo fica hospedado em servidores remotos, gerenciados por empresas especializadas.

Para empresas e usuários, isso significa mais flexibilidade, acesso remoto às informações, facilidade de expansão e redução de custos com infraestrutura.

Por que a segurança é tão importante?

Com tantos dados importantes armazenados na nuvem — como informações pessoais, financeiras e empresariais — os riscos também aumentam. Ataques virtuais, vazamentos de dados, golpes por e-mail e sequestro de informações (ransomware) são cada vez mais comuns.

Muitas vezes, o problema não está na tecnologia em si, mas em falhas humanas, como senhas fracas, links maliciosos ou falta de atualização dos sistemas.

O papel da cibersegurança na nuvem

A cibersegurança é responsável por proteger dados e sistemas contra ameaças digitais. No ambiente em nuvem, ela garante que as informações estejam seguras e disponíveis apenas para quem tem autorização.

Algumas boas práticas essenciais incluem:

Uso de senhas fortes e únicas;

Ativação da autenticação em dois fatores;

Criptografia de dados;

Monitoramento de acessos;

Backups frequentes;

Conscientização dos usuários sobre golpes digitais.

Segurança é uma responsabilidade compartilhada

Um ponto importante é entender que a segurança na nuvem funciona de forma compartilhada. Enquanto o provedor cuida da infraestrutura e da proteção dos servidores, o usuário ou empresa deve gerenciar corretamente os acessos, permissões e configurações de segurança.

A computação em nuvem é uma aliada poderosa da transformação digital, mas só traz benefícios completos quando usada com responsabilidade. Investir em cibersegurança não é apenas uma medida técnica, é uma atitude essencial para proteger dados, garantir a privacidade e evitar prejuízos.


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Wi-Fi lento e travando: como melhorar a conexão e ampliar o sinal em casa

Ter uma internet lenta ou com quedas constantes é um dos problemas mais comuns nas residências. Reuniões online, aulas, streaming e até o uso do celular podem ser prejudicados quando o sinal Wi-Fi não funciona corretamente. A boa notícia é que, na maioria dos casos, é possível melhorar a conexão com medidas simples e acessíveis.

 Posicionamento do roteador faz toda a diferença

O roteador deve ficar em um local central da casa, de preferência em um ponto alto. Evite colocá-lo dentro de móveis fechados ou próximo a aparelhos que causam interferência, como micro-ondas, televisores e geladeiras. Quanto menos obstáculos, melhor será a distribuição do sinal.

Reinicie e mantenha o equipamento atualizado

Reiniciar o roteador periodicamente ajuda a corrigir falhas temporárias. Além disso, manter o firmware atualizado garante melhor desempenho, segurança e estabilidade da conexão.

Escolha o canal e a frequência corretos

Redes Wi-Fi próximas podem causar interferência. Ajustar o canal de transmissão do roteador pode melhorar bastante a velocidade.

2.4 GHz: maior alcance, porém mais sujeito a interferências

5 GHz: maior velocidade e menos interferência, ideal para curtas distâncias

Sempre que possível, utilize a rede de 5 GHz para dispositivos que exigem mais desempenho.

 Controle o uso da internet

Muitos dispositivos conectados ao mesmo tempo podem sobrecarregar a rede. Downloads pesados, jogos online e vídeos em alta resolução consomem muita banda. Ativar o QoS (Qualidade de Serviço) no roteador ajuda a priorizar os dispositivos mais importantes.

 Ampliação do sinal Wi-Fi

Se a casa for grande ou tiver muitas paredes, o sinal pode não alcançar todos os cômodos. Algumas soluções incluem:

Repetidor Wi-Fi: amplia o alcance, mas pode reduzir a velocidade

Access Point: melhor desempenho usando outro roteador

Sistema Mesh: a solução mais eficiente para cobertura total da casa

Prefira conexão via cabo

Sempre que possível, conecte TVs, computadores e videogames diretamente ao roteador por cabo de rede. Isso melhora a estabilidade e reduz a sobrecarga do Wi-Fi.

 Quando trocar o roteador

Roteadores antigos podem limitar a velocidade da internet. Modelos mais novos com Wi-Fi 5 (AC) ou Wi-Fi 6 (AX) oferecem maior alcance, velocidade e estabilidade.

Teste a velocidade contratada

Use ferramentas como Speedtest ou Fast.com para verificar a velocidade. Caso esteja muito abaixo do plano contratado, entre em contato com a operadora para uma avaliação técnica.

TESTE SUA VELOCIDADE AQUI.

Melhorar o Wi-Fi doméstico não exige grandes investimentos na maioria das vezes. Ajustes simples, bom posicionamento do roteador e a escolha correta dos equipamentos podem garantir uma internet mais rápida, estável e eficiente para toda a família.


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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

O que muda para o MEI em 2026 e como se preparar

Aumento da Contribuição Mensal (DAS-MEI): O valor a ser pago mensalmente foi atualizado com base no novo salário mínimo de R$ 1.621,00 para 2026. Os novos valores (vencimento em fevereiro) são:

INSS (5% do salário mínimo): R$ 81,05.

ICMS (Comércio e Indústria): R$ 1,00.

ISS (Serviços): R$ 5,00.

Valores totais (aproximados): R$82,05(ComércioeIndústria), R$ 86,05 (Serviços) e R$ 87,05 (Comércio e Serviços).

MEI Caminhoneiro: A contribuição, que tem alíquota maior (12% do SM), passa a variar entre R$ 194,52 e R$ 207,42. 

Reforma Tributária (Fase de Testes): Em 2026, A Reforma Tributária brasileira, que está em implementação, criará um novo imposto nos moldes do IVA, chamado de Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). 

Para o MEI, a princípio

Nada muda na prática imediata. O MEI continuará pagando seu imposto mensal em guia única (DAS).

A inclusão ou não do MEI no novo sistema de IVA ainda está em discussão, mas a proposta de regulamentação prevê que o MEI terá um tratamento diferenciado e simplificado, com a possibilidade de um pequeno alívio no valor a pagar. 

Portanto, o MEI não precisa se preocupar com o cálculo ou pagamento do IVA separadamente, pois seus impostos já são recolhidos de forma unificada e simplificada. Para informações oficiais sobre suas obrigações, o MEI deve sempre consultar o Portal do Empreendedor no site do governo federal.

Expectativas e Projetos de Lei Propostas para elevar o limite de faturamento anual do MEI de R$ 81mil para o valor de  140 mil e R$ 150 mil (o chamado "Super MEI") continuam em tramitação no Congresso Nacional, mas ainda não foram aprovadas como lei. 

O que muda com a Resolução CGSN nº 183/2025 para o MEI?

A principal mudança para o MEI com a Resolução CGSN nº 183/2025 é a possibilidade de a Receita Federal somar a renda da pessoa física (CPF) ao faturamento do CNPJ para fins de verificação do limite de enquadramento no Simples Nacional, passam a ser considerados como faturamento do MEI todos os valores recebidos relacionados à atividade exercida, seja via,PIX; Transferências;  quando o titular exerce funções ligadas à mesma atividade do CNPJ; Rendimentos de pessoa física que se relacionem com a atividade empresarial. Em outras palavras: tudo é somado. A resolução apenas reforça algo que já era observado em fiscalizações, mas agora está claro em normativa federal, reduzindo dúvidas e trazendo mais rigor ao controle do limite anual.

Ponto de Atenção (Fake News)

É importante notar que a própria Receita Federal emitiu comunicados para combater fake news que circulavam, esclarecendo que a soma das rendas se refere apenas aos valores recebidos da atividade econômica própria do empreendedor (prestação de serviços, venda de mercadorias, etc.) .

O limite para enquadramento como MEI é de até R$ 81 mil de receita bruta anual, ou seja, de valores recebidos em sua atividade como empreendedor, de prestação de serviços, venda de mercadorias ou outra atividade econômica.

Não se somam as rendas que não sejam de sua atividade econômica por conta própria, como salário, simples movimentação de valores em sua conta corrente, empréstimos, doações etc.

Isso sempre foi assim e não mudou.

Importante que o MEI anote corretamente o valor de sua receita bruta, do que recebe por sua atividade econômica e informe corretamente. Fazendo isso, não terá qualquer dificuldade ou contratempo.

Se tiver alguma dúvida, consulte seu contador de confiança. Cuidado com fake news e desinformação espalhada pela internet!

Fonte: IA google


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sábado, 3 de janeiro de 2026

Crise da memória RAM pode deixar celulares, notebooks e até carros mais caros no Brasil; vilã é a IA

O que está acontecendo: escassez global de memória RAM

A explosão da demanda por IA e data centers de empresas  tem direcionado a produção mundial de chips para memórias de alta largura de banda (HBM) e outros componentes especializados, reduzindo a oferta de memória RAM padrão (como DRAM DDR4/DDR5) para PCs, celulares e notebooks. 

Além disso, fabricantes estão focando mais em memórias para IA e servidores, o que reduz investimentos e produção voltados ao mercado de consumo. 

Impactos já visíveis no Brasil e no mundo

No Brasil, especialistas e portais já alertam que celulares, notebooks e outros eletrônicos podem ficar mais caros em 2026 devido à crise de RAM. 

Preços altos de memória RAM e outros chips podem levar a aumentos de até ~8% ou mais nos preços de smartphones e PCs em 2026. 

Relatórios globais indicam que o mercado de PCs pode encolher significativamente caso os preços continuem subindo. 

Fabricantes de grandes empresa de eletronicos já anunciam aumentos de preços em produtos devido a custos maiores de memória atribuídos à demanda por IA. 

Especialistas alertam que os preços de RAM podem continuar em alta durante todo o ano de 2026 e além. 

Alguns analistas projetam que os eletrônicos podem ficar até 20% mais caros globalmente devido à escassez de chips. 

 Oferta e produção

A memória padrão está escassa, com fabricantes adiando lançamentos de novos módulos DRAM e até limitando vendas físicas em algumas regiões. 

Algumas empresas focaram tanto no mercado de IA que estão descontinuando marcas e produtos tradicionais de RAM/SSD voltados ao consumidor. 

A crise de memória RAM deve continuar pelo menos até 2027, segundo especialistas e consultorias, e pode afetar os preços dos eletrônicos nesse período todo.



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Isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil entra em vigor


 A Lei nº 15.270, de 26 de novembro de 2025, alterou a Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995, e a Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, para instituir a redução do imposto sobre a renda devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas.
A partir do mês de janeiro do ano-calendário de 2026, será concedida redução do imposto sobre os rendimentos tributáveis sujeitos à incidência mensal do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas - IRPF, conforme informações abaixo:

Ampliação da faixa de alíquota 0% do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)

Mensal - até R$ 5 mil

 - A partir de janeiro de 2026, passam a não pagar IRPF os contribuintes com renda mensal de até R$ 5.000,00.

 - O aumento da faixa de não tributação (alíquota 0%) é concedido mediante um mecanismo de redução do IRPF mensal no valor de até R§ 312,89. O valor da redução está limitado ao valor do imposto determinado de acordo com a tabela progressiva mensal.

 - Importante alertar que a isenção só é garantida para PFs que aufiram dentro do mês uma renda mensal de até R$ 5.000,00. Caso a pessoa tenha duas fontes pagadoras com renda em cada de R$ 4.000,00, não haverá incidência do imposto de Renda Retido na Fonte no mês do pagamento, mas na apuração anual será cobrada a eventual diferença de IRPF. Nesse caso, a pessoa pode optar por antecipar a diferença de imposto devido na DAA mediante o recolhimento complementar do imposto.

 - Exemplo: PF com rendimento mensal de R$ 4.500,00, e que adote o desconto simplificado correspondente a 25% do valor máximo da faixa com alíquota de 0% da tabela progressiva mensal, ou seja, de R$ 607, 20: Base de cálculo = 4.500,00 - 607, 20= R$ 3.892,80

Cálculo pela Tabela progressiva mensal seria: (R$ 3.892,80 x 22,5%) – parcela a deduzir = 875,88 – 675,49 = R$ 200,39

 - Aplicando a redução, que pode chegar a R$ 312,89, não haveria IRPF a ser recolhido.

 - O valor da redução fica limitado ao valor do imposto determinado de acordo com a tabela progressiva mensal, no caso deste exemplo limitado ao valor de R$ 200,39, zerando o imposto devido.

 - A redução do imposto também será aplicada no cálculo do imposto cobrado exclusivamente na fonte no pagamento do décimo terceiro salário

Mensal - Redução gradual da carga tributária para rendas intermediárias

 - Para quem recebe entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350,00/mês, haverá uma redução parcial do imposto — menor redução conforme a renda se aproxima dos R$ 7.350.

 - Quanto menor a renda dentro dessa faixa, maior a redução do imposto.

 - Exemplo: PF com rendimento mensal  de R$ 6.000,00, e que adote o desconto simplificado correspondente a 25% do valor máximo da faixa com alíquota de 0% da tabela progressiva mensal, ou seja, de R$ 607, 20: Base de cálculo = 6.000,00 - 607, 20= R$ 5.392,80

Cálculo pela Tabela progressiva mensal seria: (R$ 5.392,80 x 27,5%) – parcela a deduzir = 1.483,02 – 908,73 = R$ 574,29.

 - Aplicando o redutor: R$ 978,62 - (0,133145 x 6000) = R$ 179,75.

 - IRPF = R$ 574,29 – R$ 179,75 = R$ 394,54

 - A redução do imposto também será aplicada no cálculo do imposto cobrado exclusivamente na fonte no pagamento do décimo terceiro salário

Mensal – Manutenção da tabela progressiva para rendas maiores

 - Para rendas mensais acima de R$ 7.350, permanece a cobrança normal de acordo com a tabela progressiva vigente (7,5%, 15%, 22,5%, 27,5%).

Anual - Isenção

 - A partir de janeiro de 2026, passam a não serem tributados pelo IRPF anual os contribuintes com renda tributável anual de até R$ 60.000,00.

 - O valor da redução fica limitado ao valor do imposto de renda anual calculado de acordo com a tabela progressiva anual vigente no ano-calendário

Anual - Redução gradual da carga tributária para rendas intermediárias

 - Para quem recebe anualmente entre R$ 60.000,01 e R$ 88.200,00, haverá uma redução parcial do imposto — menor redução conforme a renda se aproxima dos R$ 88.200,00.

Para facilitar a aplicação da nova legislação pelas fontes pagadoras (retenção na fonte) e pelos contribuintes que recebem rendimentos sujeitos ao recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão), a partir de janeiro de 2026, a Receita Federal publicou orientações em sua página na internet.

As orientações incluem as tabelas a serem aplicadas e exemplos práticos que demonstram o passo a passo para calcular corretamente o valor do imposto sujeito a retenção na fonte ou carnê-leão."

Fonte: Receita Federal do Brasil
Publicado em 11/12/2025 10h27 
Atualizado em 11/12/2025 11h55

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sexta-feira, 7 de março de 2025

Como Remover Extensões do Seu Pesquisador


 Extensões não desejadas nos navegadores podem ser um problema sério, pois muitas vezes se instalam sem o consentimento do usuário e alteram o funcionamento da pesquisa no PC. Essas extensões podem:

Mudar o mecanismo de busca: Elas redirecionam suas pesquisas para sites desconhecidos, muitas vezes cheios de anúncios ou até maliciosos.

Exibir propagandas excessivas: Algumas injetam banners, pop-ups e anúncios em sites que normalmente não teriam essas propagandas.

Rastreamento de dados: Muitas dessas extensões coletam informações sobre sua navegação, pesquisas e até dados pessoais.

Dificuldade para remoção: Algumas são projetadas para serem difíceis de desinstalar e podem reinstalar sozinhas após a remoção.

Como evitar e remover essas extensões?

1. Verifique as extensões do navegador: No Chrome, vá em Configurações → Extensões; no Firefox, acesse Complementos.

2. Remova qualquer extensão suspeita: Se você não lembra de ter instalado, é melhor excluir.

3. Redefina as configurações do navegador: Isso pode remover alterações feitas por extensões maliciosas.

4. Use um antivírus ou antimalware: Ferramentas como Malwarebytes podem ajudar a detectar e remover ameaças.

5. Baixe extensões apenas de fontes confiáveis: Sempre use lojas oficiais como a Chrome Web Store.


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terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

"Banda Grafith: O Fenômeno Potiguar Que Conquistou o Nordeste"

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A banda Grafith é um dos grupos musicais mais icônicos do Rio Grande do Norte, especialmente no cenário do forró, axé e Rock. Fundada em 1988, a banda se destacou por misturar diferentes ritmos, incluindo pop, reggae, lambada e swingueira, criando um estilo próprio e cativante que conquistou uma base fiel de fãs ao longo das décadas.

Formada pelos irmãos Joãozinho, Carlinhos, Júnior e Kaká, o Grafith se tornou referência nas festas e micaretas do Nordeste, sendo reconhecido por suas apresentações animadas e pelo repertório que combina sucessos autorais e versões de grandes hits. Algumas músicas que marcaram a trajetória da banda incluem Me Usa, Morango do Nordeste e Jeito de Amar.

Além do sucesso regional, o Grafith se tornou um fenômeno cultural no Rio Grande do Norte, (Patrimônio Cultural Imaterial) com fãs apaixonados que se autodenominam "grafiteiros". O grupo também enfrentou desafios ao longo da carreira, mas continua sendo um dos nomes mais lembrados quando se fala em música festiva no Nordeste.

Se você curte forró, axé e aquela mistura animada de ritmos nordestinos, vale a pena conferir um show do Grafith. Eles têm uma energia incrível no palco, e a interação com o público é uma das marcas registradas da banda.


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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Quando um software apresenta falhas o que fazer?

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 Uma das causas principais de falhas de software é o erro humano na programação das aplicações. Isso ocorre muitas vezes durante o processo de codificação, mas pode surgir também em outras etapas do ciclo de vida de desenvolvimento.

Por exemplo, um programador pode deixar de considerar alguns aspectos causando bugs no sistema, sendo estes descobertos pelo simples fato que o usuário utilizou o software de maneiras que o programador não previu. Então, contar com uma boa especificação de requisitos ajuda muito nesse caso.

Algumas falhas também estão relacionadas a pequenos erros de lógica no código. Como exemplo simples pode-se citar um programador usar acidentalmente um sinal “maior que” em vez de “menor que” por engano. Esses erros devem ser detectados e corrigidos no processo de desenvolvimento, mas há momentos em que escapam e resultam em software que não pode executar uma determinada ação ou não reage adequadamente a certas entradas.

Quando um software apresenta falhas, o ideal é seguir um processo estruturado para identificar e resolver o problema. Aqui estão algumas etapas que podem ajudar:
1. Identificar o Problema
Anotar a mensagem de erro, se houver.
Descrever o que estava sendo feito antes da falha.
Testar se o problema acontece sempre ou apenas em certas condições.
2. Tentar Soluções Simples
Reiniciar o software.
Atualizar o programa para a versão mais recente.
Verificar se há conflitos com outros programas ou sistemas.
3. Consultar a Documentação e a Comunidade
Ler manuais e FAQs do software.
Procurar soluções em fóruns e comunidades online.
4. Testar em Outro Ambiente
Rodar o software em outro computador ou sistema operacional.
Criar um novo perfil de usuário ou limpar arquivos temporários.
5. Restaurar Configurações ou Reinstalar
Restaurar configurações para os padrões de fábrica.
Reinstalar o software completamente.
6. Reportar o Bug
Se for um software comercial ou open-source, relatar o bug ao suporte ou ao time de desenvolvimento.

Incluir detalhes como logs de erro e passos para reproduzir o problema.
Se for um software crítico e a falha persistir, pode ser necessário buscar suporte técnico especializado. 

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sábado, 1 de fevereiro de 2025

Segurança Digital um Grandes Desafios

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Atualmente a segurança digital tem sido um dos grandes desafios das equipes de TI, e não poderia ser diferente, pois nos sistemas de informação da empresa estão contidas informações essenciais para seu funcionamento.

Embora os cuidados com a proteção dos dados da empresa seja uma constante do setor, falhas de segurança costumam acontecer e podem ocasionar problemas como acessos internos não autorizados e até roubo de dados por criminosos.

O que a equipe de TI precisa ficar de olho sempre é na utilização de firewalls e suas atualizações, para evitar este tipo de transtorno e minimizar as chances de ataques virtuais à empresa.

Neste sentido, os serviços de monitoramento ajudam a melhorar a estrutura do programa utilizado, realizando buscas de falhas. Outra opção interessante para ajudar na segurança dos dados, é o sistema de criptografia avançada.

Resumo Detalhado sobre Segurança Digital

A segurança digital refere-se à proteção de informações, sistemas e dispositivos contra ameaças cibernéticas, garantindo integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados. A crescente digitalização e o aumento de ataques cibernéticos tornam essencial adotar boas práticas e medidas de proteção.

1. Principais Ameaças à Segurança Digital

1.1. Malware (Software Malicioso)

São programas criados para danificar ou comprometer sistemas. Os principais tipos incluem:

Vírus: Insere-se em arquivos legítimos e se espalha.

Worms: Se replicam automaticamente, sem necessidade de um arquivo hospedeiro.

Trojan Horses (Cavalos de Troia): Disfarçados como software legítimo, mas executam ações maliciosas.

Ransomware: Bloqueia arquivos e exige pagamento para liberação.

Spyware: Coleta informações do usuário sem consentimento.

1.2. Phishing

Técnica de engenharia social que engana usuários para roubo de credenciais ou informações pessoais. Ocorre por e-mails, SMS ou sites falsos que imitam páginas legítimas.

1.3. Ataques de Engenharia Social

Exploram a confiança ou o desconhecimento das vítimas para obter informações confidenciais. Exemplos:

Vishing (Voice Phishing): Golpes por telefone.

Smishing: Enganações via mensagens SMS.

Baiting: Oferece algo atrativo (como downloads gratuitos) para infectar dispositivos.

1.4. Ataques de Força Bruta e Roubo de Senhas

Tentativas automáticas de adivinhar senhas usando milhares de combinações até encontrar a correta.

1.5. Ataques DDoS (Negação de Serviço Distribuída)

Sobrecarregam servidores com tráfego falso, tornando sistemas indisponíveis para usuários legítimos.

1.6. Exploração de Vulnerabilidades

Hackers exploram falhas em softwares ou sistemas desatualizados para obter acesso não autorizado.

2. Boas Práticas de Segurança Digital

2.1. Uso de Senhas Fortes e Autenticação Multifator (MFA)

Criar senhas complexas (mistura de letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos).

Utilizar gerenciadores de senhas para evitar reutilização.

Habilitar autenticação multifator (MFA) sempre que possível.

2.2. Atualização de Softwares e Sistemas

Manter sistemas operacionais, aplicativos e antivírus sempre atualizados.

Aplicar patches de segurança assim que disponíveis.

2.3. Proteção Contra Phishing e Engenharia Social

Não clicar em links suspeitos ou baixar anexos de remetentes desconhecidos.

Verificar sempre URLs antes de inserir credenciais.

Conferir se sites possuem HTTPS (cadeado na barra de endereços).

2.4. Backup Regular de Dados

Realizar backups frequentes de arquivos importantes.

Utilizar diferentes métodos (armazenamento na nuvem e dispositivos físicos).

Manter backups criptografados e protegidos.

2.5. Uso de Antivírus e Firewalls

Instalar e manter atualizado um antivírus confiável.

Ativar firewalls para bloquear acessos não autorizados.

2.6. Cuidado com Redes Wi-Fi Públicas

Evitar acessar informações sensíveis em redes públicas não seguras.

Utilizar VPNs (Redes Privadas Virtuais) para aumentar a privacidade.

2.7. Controle de Permissões e Acessos

Restringir permissões de aplicativos e usuários.

Monitorar acessos a sistemas críticos.

2.8. Educação e Conscientização

Treinar colaboradores e usuários sobre boas práticas de segurança digital.

Simular ataques de phishing para avaliar vulnerabilidades.

3. Segurança Digital para Empresas

Além das práticas acima, empresas devem:

Implementar políticas de segurança da informação.

Realizar auditorias regulares e testes de invasão.

Utilizar Sistemas de Detecção e Prevenção de Intrusão (IDS/IPS).

Criar planos de resposta a incidentes para minimizar impactos.

A segurança digital é essencial para proteger dados pessoais, financeiros e empresariais contra ameaças cibernéticas. O uso de boas práticas, como senhas fortes, atualizações frequentes, backups e conscientização, reduz significativamente os riscos. Empresas e indivíduos devem adotar medidas preventivas para garantir um ambiente digital mais seguro.



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