sábado, 3 de janeiro de 2026

Crise da memória RAM pode deixar celulares, notebooks e até carros mais caros no Brasil; vilã é a IA

O que está acontecendo: escassez global de memória RAM

A explosão da demanda por IA e data centers de empresas  tem direcionado a produção mundial de chips para memórias de alta largura de banda (HBM) e outros componentes especializados, reduzindo a oferta de memória RAM padrão (como DRAM DDR4/DDR5) para PCs, celulares e notebooks. 

Além disso, fabricantes estão focando mais em memórias para IA e servidores, o que reduz investimentos e produção voltados ao mercado de consumo. 

Impactos já visíveis no Brasil e no mundo

No Brasil, especialistas e portais já alertam que celulares, notebooks e outros eletrônicos podem ficar mais caros em 2026 devido à crise de RAM. 

Preços altos de memória RAM e outros chips podem levar a aumentos de até ~8% ou mais nos preços de smartphones e PCs em 2026. 

Relatórios globais indicam que o mercado de PCs pode encolher significativamente caso os preços continuem subindo. 

Fabricantes de grandes empresa de eletronicos já anunciam aumentos de preços em produtos devido a custos maiores de memória atribuídos à demanda por IA. 

Especialistas alertam que os preços de RAM podem continuar em alta durante todo o ano de 2026 e além. 

Alguns analistas projetam que os eletrônicos podem ficar até 20% mais caros globalmente devido à escassez de chips. 

 Oferta e produção

A memória padrão está escassa, com fabricantes adiando lançamentos de novos módulos DRAM e até limitando vendas físicas em algumas regiões. 

Algumas empresas focaram tanto no mercado de IA que estão descontinuando marcas e produtos tradicionais de RAM/SSD voltados ao consumidor. 

A crise de memória RAM deve continuar pelo menos até 2027, segundo especialistas e consultorias, e pode afetar os preços dos eletrônicos nesse período todo.



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